Sobre

Apresentação

Este portal se propõe uma análise crítica do Espiritismo em três aspectos:

  1. Religioso: NÃO será questionada a validade do Espiritismo como religião, um caminho para uma vida honrada e plena. Questionar-se-á, sim, o quanto certas apropriações do cristianismo, digamos, “tradicional”, são pertinentes; especialmente a alegação de que algumas particularidades espíritas (ex. a reencarnação) eram comuns no cristianismo primitivo. Antes que algum fanático, espírita ou não, venha querer me contestar, favor ler este post detalhado sobre os pressupostos aqui adotados;
  2. Científico: Questionamentos sobre a metodologia de aquisição de conhecimento do Espiritismo baseados nas limitações da filosofia positivista do século XIX, de dúvidas quanto a validade do “Consenso Universal dos Espíritos” devido a sérios erros científicos em mensagens psicografadas e de certos pressupostos um tanto ingênuos de Allan Kardec. Não será questionada a validade da reencarnação como “fato”, por ser um tanto fora do escopo deste portal. Haverá, porém, menção a pesquisas científicas nesse campo que, embora deem suporte à tese da reencarnação, nem sempre validam pressupostos espíritas;
  3. Filosófico: Serão questionadas a solução dada pelo Espiritismo para o “Problema do Mal”, a hipótese “Deus” e desigualdade entre as raças. Tudo, porém, será devidamente contextualizado para a época em que a codificação foi feita.

Choros, Dúvidas e Reclamações

Favor clicar aqui.

Perguntas e Queixas Recorrentes

Sobre mim Espiritismo e Ciência Reencarnação Política de Comentários

Sobre mim

  • Quem é você?
    “Eu sou o que sou” (Ex 3:14).

  • Por que não quer dizer quem é?
    Pelo mesmo motivo que não distribuo meu cartão de visitas em um estádio de futebol lotado: vou atrair muita gente indesejada. Ademais, tenho plena consciência que, ante a maioria dos espíritas e afins, meu papel é o de um vilão. Como tenho muitos parentes no meio, prefiro evitar tornar-me público. Quanto aos cristãos fundamentalistas, que tantos apologistas do kardecismo odeiam, sou no máximo uma ferramenta útil (às vezes). Não conto com eles e, portanto, estarei sozinho quando a casa cair.

  • Sabia que o artigo quinto da Constituição Federal garante a liberdade de expressão, mas veda o anonimato?
    Sei e também sei que leis só fazem sentido no contexto em que são interpretadas. Levando em conta a grande diferença entre anonimato e privacidade, observo que se formos levar a “ferro e fogo” a ameaça velada que acaba de me fazer, então qualquer pessoa que tenha usado um pseudônimo cometeu um crime, inclusive um tal de Hippolyte Léon Denizard Rivail. A questão básica é ser acessível pela Justiça em caso de necessidade. Na era pré-internet, acionava-se a editora do autor para que revelasse seu nome verdadeiro e endereço. Bem, como pode ver tenho um domínio “.org”, pago ao WordPress com meu cartão de crédito. Portanto, para me achar não é preciso nenhum conhecimento específico de informática. A propósito, o pseudônimo adotado para atividades lícitas goza da proteção que se dá ao nome (art.19 do Código Civil).

  • Pois eu vou te processar por isto, isso e aquilo!
    Antes disso, e para não perder seu tempo dando-me propaganda gratuita, lembre-se que não há crime para crítica à ideias ou atitudes. Eu estaria cometendo um caso atacasse pessoas (“injúria”, “calúnia” ou “difamação”), mas, em vez disso, limito-me ao que elas escreveram. Não há nada de errado de dizer que uma afirmação está equivocada ou defasada, mas se consideram que o errado sou eu, favor se defender com argumentos, em vez de força bruta. Se quer um direito de resposta, tudo bem. Só gostaria da reciprocidade de publicar meus argumentos, também.

  • Mas muitos dos que critica já morreram, e aí!?
    Como falei, critico ideias, não as pessoas por trás delas que, em princípio, são (ou eram) gente de boa fé que repassa(va) equívocos e boatos adiante. Se minhas críticas são técnicas ou filosóficas, então qualquer um dos simpatizantes “vivos” que se julgue apto pode lhes fazer o papel de advogado de defesa. Relembro, também, que a morte não é um impeditivo incontornável no espiritismo

  • Não é nada ético ficar expondo os erros nas obras de outrem. O certo seria alertá-los em particular.
    A questão não é de ética, mas de ideologia. Se o fizer em particular, as críticas podem ser acatadas, parcialmente acatada ou desconsideradas. Quando se expõe tudo em público, então alerta-se toda multidão de leitores dele, obrigando o autor a tomar alguma atitude. Ressalto que “não fazer nada” também é uma atitude, às vezes a melhor. Por outro lado, se eu fosse um apologista do seu credo, você me cobraria tanta “ética”, assim? Não estou lhe imputando um “Tu também”, apenas checando sua coerência, pois o que você chama de “ética” cheira a corporativismo.

  • O material publicado acabará sendo usado por detratores do espiritismo.
    Essa é uma preocupação pertinente. Posso lhe sugerir a seguinte estratégia de defesa: escancare as fraquezas que aqui relato! Parece um contrassenso, mas é justamente quando você se antecipa ao seu antagonista que é desarmado. Um caso clássico e famoso disso é o episódio do Homem de Piltdown. Certo que os criacionistas (que são também fortes candidatos a detratores do espiritismo) ainda usam esse episódio de fraude científica para desmerecer a Teoria da Evolução, mas erro (ou má fé) agora está com eles: foram cientistas que a detectaram e nenhum biólogo atual leva o Homem de Piltdown a sério, além de haver uma relativa quantidade de genuínos fósseis de hominídeos descobertos depois dele. Agora imagine se o embuste fosse descoberto por adeptos da “Terra Jovem” e ainda houvesse cientistas insistindo em sua validade? Pegando um exemplo mais recente: se os cientistas enolvidos na troca de e-mails que levou ao escândalo Climategate houvessem sido mais transparentes, será que haveria ocorrido esse recrudescimento do cetismo ambiental?

  • Quais são suas qualificações para refutar o espiritismo?
    Trabalho no seção de polímeros termofixos da NASA.

  • Sério?
    Isso você vai ter que descobrir. E ainda que eu trabalhe, poderá ser desde o cientista-chefe ou até um humilde faxineiro. Mas não importa minha ocupação, um problema persistirá: neste portal trato de Física, química, história, biologia, linguística, filosofia …, enfim, é impossível que eu seja mestre em todas essas áreas.

  • Então você não passa de um boçal que fala do que não entende.
    1. Ainda que eu não entenda tudo, baseei-me e fontes especializadas. O argumentos não são meus na maioria das vezes, mas o de fontes especializadas que tive o trabalho de compilar. Portanto você não estará refutando a mim, mas a acadêmicos. Alguns até já utilizados por autores espíritas;
    2. Há um punhado de escritores espíritas que também trabalha com conhecimento de segunda mão, quando não de terceira o quarta, i.e., repassado por uma sequência de espiritualistas sem nenhuma validação de conteúdo. Mais uma vez digo: você não trata seus adversários com os mesmos critérios de seus confrades. A eles tudo se perdoa e se releva.
  • Qual é a tua religião?
    Sou agnóstico.

  • Então você está em cima do muro!!!
    Não coloque palavras na minha boca. Estar na dúvida requer um número limitado de opções. Eu não tenho opção nenhuma, pois quando me perguntam se deus(es) existe(m), eu simplesmente digo que não sei e acho ilusório que venham a ter subsídios para responder essa questão em médio prazo. Portanto, não esquento a cabeça com ela e interessa-me mais as relações que diversos indivíduos criam com as várias concepções de divindade(s) existentes.

  • Mas acredita em espíritos?
    Eu não! São muito mentirosos!

  • Allan Kardec já dissera algo desse tipo!
    Faça o que ele disse, mas não o que ele e seus continuadores fizeram.

  • Mas você acredita na existência deles, então?
    “Tu o dizes” ou, se preferir, “não coloque palavras na minha boca, parte II”.

  • Mas em que você acredita, afinal?
    Há um blog todinho esperando por você. Se quer saber o que se passa deste lado da tela, então vá lê-lo! Essa é tua resposta.

  • Por que se esquiva de responder?
    Simples, se eu disser que pertenço à religião/filosofia/partido político/time de futebol “X”, então uma penca de indivíduos vão buscar defeitos em “X” em vez de refutar o material presente. Devolvo-lhe a pergunta: você precisa saber quem sou para me refutar?

  • Não, gostaria de saber só por curiosidade …
    Desculpe, mas o mistério faz parte do meu charme.

  • Mas qual sua bronca com espiritismo?
    Não tenho nada em particular contra o espiritismo em sua concepção original. Minha questão é com a ortodoxia kardecista.

  • Não existe tal coisa! Há apenas um espiritismo!
    Você não diria isso até o começo do século XX. Essa fala é típica de uma facção vitoriosa a desmerecer a existência de rivais. Qualquer semelhança com Niceia não é mera coincidência.

  • Mas o que esses “kardecistas ortodoxos” lhe fizeram?
    Nada em especial. Aliás, os que conheci pessoalmente eram ótimas pessoas. Os dos fóruns virtuais, nem tanto. O problema é que, ao se arvorarem como guardiães da doutrina, mumificaram-na. Acabaram com a proposta original de um novo campo da Ciência. Em suma, os maiores inimigos que o espiritismo tem hoje são aqueles que o defendem com unhas e dentes.

[topo]

Espiritismo e Ciência

  • Kardec disse que se houver divergência entre um ensino espírita e a ciência, que se seguisse a ciência. Não há razão para sua atitude.
    Já conheço esse dito e o considero utópico. Nem a ciência “tradicional” avança desse jeito, descartando teorias a cada novo fato contrário. Muito pelo contrário, sempre são levantadas hipóteses ad hoc para conciliar dados discrepantes com um arcabouço teórico já bem estabelecido. Muitas vezes isso é bem sucedido ou o é por algum tempo. Quando a quantidade de anomalias se avoluma ou as hipóteses auxiliares começam a ficar fracas, impassíveis de qualquer verificação, podemos estar diante uma iminente mudança nos paradigmas científicos. Enfim, a Ciência é resistente à mudança e é bom que seja assim, do contrário ela seria um caos. Com o espiritismo, não é diferente e, mesmo quando a ciência o contradiz, é capaz de lançar uma “carta na manga”. Vide as supostas civilizações marcianas que seriam invisíveis aos nossos olhos e aos instrumentos de nossas sondas. Isto não deixa de ser uma hipótese auxiliar. Fraca.

  • Você se baseia na Ciência atual para questionar o Espiritismo. E se a Ciência estiver errada? Temos de esperar mais tempo para afirmações categóricas!
    Se for assim, então me faça um favor: também não use a Ciência moderna para confirmar o Espiritismo. Justo, não? O conjunto de conhecimento a que chamamos de “Ciência” nunca estará pronto, permanecendo em constante (re)construção. Nosso domínio dos fatos da Natureza sempre será aproximado, mas uma aproximação, em princípio, cada vez melhor. Tomando as palavras de um divulgador da Ciência, se alguém disser que a Terra é plana, ele estará errado. Se outro disser que ela é uma esfera, também estará errado. Agora, se um terceiro vier falando que ambos estão igualmente errados, então ele terá multiplicado o erro dos dois!
  • Não somos como os demais cristãos, pois pesquisamos as coisas. Nós não cremos, sabemos!
    Pois saiba, então, que há três coisas que o espiritismo assume a priori sem ter lhes dado a devida demonstração:

    1. A existência do espírito: e não é qualquer espírito, pois ele tem de ser imortal e individual. Supondo que o cerne do espírito (para não confundir com o perispírito) seja algum conjunto organizado de informações, de alguma forma a entropia não valeria para ele. Também não poderia ser duplicado ou partilhado como algumas doutrinas de renascimento preconizam;
    2. A Reencarnação: e não é qualquer reencarnação, pois ela não pode conflitar com as propriedades do espírito expostas acima. Não valem reencarnações entre eras cósmicas (como no origenismo) ou entre “planos” (espiritismo anglófono);
    3. Progresso contínuo: só que a partir de um estado bem “simples e ignorante”. A possibilidade de criação de novos espíritos já racionais junto com o corpo humano (traducianismo) está descartada. Também não são admitidas hipóteses de “queda original” e muito menos de metempsicose.

    Até o presente momento, os pesquisadores apenas se questionam se se há vida após a morte e/ou reencarnação. Dizer como elas são e suas dinâmicas está muito além do que a pesquisa atual pode determinar. Portanto, não seria errado dizer que o espiritismo afirma demais e prova de menos.

  • O Espiritismo é a “fé racionada” ao passo que as demais são dogmáticas!
    O problema é que você não é tão racional quanto pensa. Para começo de conversa, “fé racionada” é uma contradição em termos: os racional, como o próprio diz, está calcado na razão, na lógica; ao passo que a fé se origina das mais profundas emoções do ser humano, sendo que as duas costumam brigar entre si. Se a razão vence e expulsa a emoção pela porta, essa costuma a arrumar um jeito de entrar pela janela travestida de argumento racional. Deixando alegorias de lado, sua mente tem formas de ludibriar esse lado racional quando ele entra em choque com seus tabus. Exemplifico um com desenhos antes de explicar:

    Dilbert: Dissonância Cognitiva

    1. – Se seus número estão corretos, meu plano estratégico é irracional.
    2. “Dissonância cognitiva assume o controle.”
    3. – Você é ruim com números.
          – O que foi aquele barulho?

    Tomando a liberdade de corrigir o cartunista, a dissonância cognitiva já dera o ar da graça no primeiro quadrinho com a exposição de duas teses antagônicas. O que temos no segundo é a redução dessa dissonância, tendo o gerente escolhido a opção que melhor lhe afagava o ego. Repare que houve um certo uso da razão, porém ela estava a serviço da preservação de seus sentimentos.

    A “racionalização” é um mecanismo que permite nosso ego se proteger dos mais duros ataques de evidências externas, que podem chegar a ameaçar a nossa estabilidade emocional: ela pode ser encontrada:

    • No político idealista que aceita práticas desonestas, contanto que o programa reformas de seu partido seja bem votado;
    • Nos pais que acham que o filho apenas “passa por uma fase difícil” quando, na verdade, está envolvido com drogas;
    • No paciente que recusa um tratamento por não crer num diagnóstico fatal;
    • Num consumidor já enforcado no cartão de crédito, mas ainda imaginando o quão feliz uma mercadoria o fará;
    • No cristão tradicional a cogitar que Deus fará com que não sinta falta dos parentes “mundanos” que serão perdidos. Ou se conformando que essa terá sido a escolha deles.

    Enfim, se o “spoink” da tira acima fosse audível, a poluição sonora de nosso mundo seria alta.

  • E o que o Espiritismo tem a ver com esses exemplos?
    Mais do que imagina:

    Desculpe, mas você não é tão superior assim aos cristãos a quem chama de fanáticos.

  • Está me chamando de mentiroso?
    De forma alguma. Estou é te chamando de humano. E o desejo de manter nossa mente o mais que possível dentro da “zona de conforto” é intrínseco a nossa espécie. A diferença entre grupo é onde eles decidiram alocar, dentro da mente, o wishful thinking.
    Se me permite, eu recomendaria a leitura do livro Previsivelmente Irracional, de Dan Ariely. É bem divertido e elucidador.

  • E, por acaso, você acha que céticos não estariam também sujeitos isso?
    De forma alguma. Qualquer grupo está sujeito a esse comportamento. A questão é o quanto ele é capaz ou não de se manter na “zona de conforto” impunemente. A melhor maneira de se evitar isso é dar a determinado grupo um adversário, um Nêmesis ou um rival à altura. Por exemplo, a Igreja Católica só melhorou os padrões de seu clero após a Reforma Protestante, quando teve que ativamente disputar por “corações e mentes”. De forma similar, cientistas melhoram a qualidade de suas pesquisas quando defrontados com tentativas de refutação de partidários de teses alternativas. Não seria errado classificar o ambiente científico como um lugar socialmente hostil. E mesmo religiosos às vezes denunciam fanatismos dentro do meio acadêmico (como os excessos do militante ateu Richard Dawkins), ou os forçam a defender melhor seus pontos ante o grande público, como no embate evolução x criação.

  • Mas debatemos muito com adversários e entre nós mesmos!
    Como eu falei é preciso um adversário … à altura. Mal comparando, se fóruns de debates on-line fossem academias de musculação, eu diria que a maioria dos participantes malha com pesos de isopor. Que mérito haveria em fustigar alguém que está amarrado pela “inerrância bíblica”, é monoglota, só consegue argumentar com versículos ou wikipedia? Mas mesmo em meio ao cascalho surgem pepitas e aí se percebe que sua sapiência não vai além da ignorância de suas fontes. Quanto a debater entre si, você pode acabar “jogando pra torcida” ou “pregando para o coral”. Aliás, com o advento das redes sociais, percebo uma crescente feudalização dos grupos religiosos (e políticos). Cada um em seu nicho, deixando os estranhos de fora.

  • Se não somos tão racionais assim como construímos civilizações?
    Parece paradoxal, mas muitas vezes agimos de forma irracional por justamente por querer encontrar uma relação de causa e efeito no mundo circundante: confundimos correlação com causa ou, pior, associamos evento subsequentes que sequer tem uma relação, fazemos generalizações apressadas baseadas em poucas experiências (i.e., preconceitos), culpamos vítimas pelo próprio infortúnio, e criamos mitologias úteis para identidade do grupo, porém dificílimas de serem desfeitas depois. Em outras ocasiões sofremos efeitos colaterais de atalhos que nos garantiram a sobrevivência quando todos éramos caçadores-coletores, mas que hoje nos atrapalham: o respeito à autoridade, que garantia a união do grupo, é um porto seguro para charlatães de todos os tipos e a busca por consenso e coesão de grupos impede que divergências apontem erros que ninguém mais vê.

Reencarnação

  • Seus esforços são inúteis porque a reencarnação já foi comprovada pelo Dr. Ian Stevenson em mais de 2.500 casos por ele estudados.
    Já deixei clara minha opinião clara sobre Stevenson no artigo deste link. Em resumo: há casos sugestivos de que aquilo que chamamos “consciência” tenha sobrevivido à morte física e sido transportado para outro corpo por algum meio ainda desconhecido. Ponto. O resto é o desejo espiritualista de enxergar mais do que os fatos podem fornecer. Primeiramente, nem todos os casos pesquisados pelo Dr. Stevenson têm a mesma força, tendo ele apenas comentado publicamente os mais fortes e intrigantes. Segundo, nada garante que isso seja um fenômeno universal, talvez “consciências” possam ser geradas do zero, acompanhando o desenvolvimento embrionário, ou muitas se percam após a morte. Terceiro, há explicações alternativas à hipótese de sobrevivência, como a psi. Quarto, embora os casos mais fortes possam ser estimulantes para os crentes na reencarnação, alguns podem ser uma ducha de água fria no modelo espírita da coisa como, por exemplo, sugerindo a inexistência aparente de um mecanismo de “ação e reação” ou de castigos terríveis a suicidas. Enfim, os adeptos da “vida única”, sejam eles religiosos cristãos ou materialistas, ainda estão um longe de sofrer um xeque-mate. Podem até ter dificuldade para negar os casos que Stevenson analisou, mas não têm nenhum motivo imperioso para acatar as teses espíritas ainda. Além disso, nada do acima dito foi invenção minha, pois, se você acessou o link logo acima, vai constatar que são observações extraídas de obras dele e, justamente porque reconheceu limitações no alcance de seu próprio estudo, considero que Stevenson passa no critério de Salomão.

    Termino ressaltando que este portal não se interessa pela reencarnação como fato, mas no seu aspecto histórico dentro do cristianismo. Quero dizer, rejeito a tese espírita de que o cristianismo primitivo era um protoespiritualismo, tendo a crença em múltiplas existências terrenas como um dos alicerces.

  • Por que só o aspecto histórico da reencarnação no cristianismo interessa mais aqui?
    A reencarnação como fato natural ainda produz inflamadas discussões que não me cativam. Já a reencarnação como fato histórico do cristianismo primitivo, não. Isso é um boato persistente na melhor hipótese ou pura e simples fraude na pior.

    Desculpe, mas não estou a exagerar: para defender essa impostura, vi o meio espiritualista produzir teorias conspiratórias, atribuir a antigos autores cristãos coisas que eles nunca escreveram, pinçar textos para que aparentem dizer o que se deseja e inventar regras gramaticais desconhecidas pelos falantes originais de idiomas antigos. Se você é um espírita/espiritualista e não esta preocupado com isso ou minimiza a questão, então não sei o que te abalaria.

  • Mas Kardec disse que:

    “A reencarnação fazia parte dos dogmas judeus, sob o nome de ressurreição. (…) As ideias dos judeus sobre essa questão, como sobre muitas outras, não estavam claramente definidas. Porque só tinham noções vagas e incompletas sobre a alma e sua ligação com o corpo. Eles acreditavam que um homem podia reviver, sem terem uma ideia precisa da maneira por que isso se daria, e designavam pela palavra ressurreição o que o Espiritismo chama, mais justamente, de reencarnação.”

    Sim, ele disse isso em ESE, cap. IV, parágrafo 4 e, agora, vos pergunto: isso está certo? Se você se restringir aos evangelhos, a ideia de reencarnação conflita com a de “fim dos tempos” presente nos sinópticos e solenemente desconsiderada no ESE. Se alguém reencarnou antes, não teria muito tempo para novos reencarnes. Kardec também desconsiderou como Paulo (um ex-fariseu) tratava o assunto e muito menos procurou obras da literatura intertestamentária em que a crença na ressurreição fosse melhor descrita.

    Quanto ao espiritismo esclarecer um ensino antigo, isso é uma espécie de “egocentrismo intelectual”, pois tal alegação só vale dentro do movimento. Quem está de fora constata muito bem que as semelhanças entre reencarnação (no modelo espírita) e ressurreição foram ressaltadas e as diferenças esquecidas.

  • Não existe ressurreição porque a “Ciência demonstra ser materialmente impossível, sobretudo quando os elementos desse corpo já estão há muito dispersos e consumidos” (Idem)
    Os antigos Astecas realizavam sacrifícios humanos ao Sol para garantir que ele nascesse no dia seguinte. Óbvio que essa crença era absurda, pois a Ciência já comprovou que o astro-rei não está nem aí quanto ao que se faz sobre este planeta. Contudo, nenhum historiador se atreve a dizer que tais sacrifícios não eram feitos só porque o Sol é um gigantesco aglomerado de hidrogênio e hélio em estado plasma. Entendeu a diferença? Por mais que você ache a ressurreição absurda, sua presença pode ser identificada entre os antigos judeus e cristãos. Se não concorda com ela, tudo bem. Apenas reconheça que está adotando outra crença que julga mais plausível em substituição a ela. Ademais, o que vários escritores cristãos primitivos afirmavam é alguma continuidade entre o corpo anterior e o próximo, não uma restauração exata do original. Está se fazendo uma caricatura dos antigos conceitos de ressurreição para ridicularizá-los.

  • Judeus acreditam na reencarnação, logo ela também deve estar na Bíblia.
    “Cristãos acreditam em santos, logo isso também deve estar na Bíblia”. Tanto a pretensa refutação espírita quanto a paródia que fiz têm em comum dois erros do mesmo quilate: (1)primeiro, o mais correto seria dizer que parte de cada grupo acredita numa crença e na outra e (2) mesmo as facções que as professam nem sempre o fizeram. Pode-se rastrear a origem da adoração aos santos entre os católicos até a veneração dos relicários dos mártires, assim como identificar a entrada da reencarnação no judaísmo se processando na Idade Média, mas nenhuma das duas é rastreável até o século I da Era Comum. Repare bem, não estou dizendo que um católico não deve fazer uma prece a seu santo preferido ou que é ilícito para um judeu acreditar na gigul. O que estou assinalando é que ambas as crenças foram inovações.

    Não é incomum em discussões um debatedor espírita/espiritualista sacar a opinião de um judeu adepto da reencarnação. A questão é que um judeu moderno é muito útil para explanar sobre o judaísmo de hoje. E no período intertestamentário, o significava ser judeu? A falácia dos espíritas/espiritualistas é supor implicitamente que a religião judaica não evoluiu nada de lá para cá. Se quer provar a existência da reencarnação naquela época, precisará de documentos de então.

  • O episódio do “Cego de Nascença” (Jo 9) é um registro da crença na reencarnação naquela época.
    Essa é a única passagem bíblica, a meu ver, que aparenta sugerir explicitamente reencarnação. Entretanto, há crenças judaicas antigas que dão explicações alternativas, como a possibilidade de pecados pré-natais (estranho, mas documentado) ou a preexistência da alma antes da concepção.

  • Pois digo e repito: a preexistência da alma implica em reencarnação.
    Pode continuar repetindo “o céu é vermelho” como um mantra que a cor dele não irá mudar. O que a preexistência implica é em uma encarnação. Para uma crença na reencarnação seria preciso advogar a possibilidade de sucessivas encarnações. Em outras palavras, a preexistência é uma condição necessária, mas não suficiente. É perfeitamente possível a combinação de uma encarnação seguida por danação ou redenção eternas. Dou dois exemplos: II Baruque e Agostinho de Hipona

  • O historiador judeu Flávio Josefo relatou a crença da reencarnação na seita dos fariseus.
    [Suspiro profundo] Essa história de novo… tudo gira, basicamente, em torno desta passagem:

    Eles [os fariseus] também acreditavam que as almas tinham uma força imortal dentro delas e que sob a terra elas serão premiadas ou punidas, segundo elas tivessem vivido virtuosamente ou em vício esta vida; e estas últimas são mantidas numa prisão eterna, ao passo que as primeiras terão o poder de revivificar-se e viver novamente (*);

    (*)αναβιουν, do verbo grego: αναβιοω: “reviver”.

    Antiguidades Judaicas, livro XVIII, cap I

    Alguém poderia encarecidamente me explicar por que os que “levaram uma vida de vícios” não reencarnarão se, pela lógica espírita, seriam os que mais necessitariam? Tenho todo um artigo dissecando as descrições de Josefo das crenças sobre a “volta à vida” entre os fariseus e o máximo que recebo de volta são outros artigos fazendo desleituras dessa passagem e de outras. Análises linguística e textual que valham, nada. Fiquemos, por ora, só com a pergunta acima, ok?

  • A reencarnação aparece de forma velada na Bíblia porque era uma doutrina secreta, só acessível a iniciados. Que o diga a conversa de Jesus com Nicodemos (Jo 3)
    Era uma vez um grande evento mundial, cujos patrocinadores tiveram uma ideia de gênio: retardar ao máximo a venda dos ingressos para evitar a falsificação. O problema é que eles esqueceram de combinar com os falsários e, como o grande público não sabia como era o ingresso, bastou-lhes inventar um, ou melhor, vários. Moral da história: caso se ignore os detalhes de alguma coisa, então ela pode ser o que você quiser! Portanto, alegar que a reencarnação era uma “doutrina secreta” sem nenhum respaldo documental dela é um verdadeiro estelionato intelectual. Se quer um testemunho da época quanto à opinião contrária, deixo o relato de Orígenes sobre a ausência da reencarnação entre os judeus contemporâneos seus:

    E aqui nosso fiel apelará para a história e dirá a seus antagonistas para perguntarem aos mestres na doutrinas secretas dos hebreus se eles na verdade sustentam tal crença [da transcorporação]. Como parece que eles não sustentam, então o argumento baseado nesta suposição se mostra muito desprovido de fundamento.

    Orígenes, Comentário sobre o Evangelho de João, 6.7

    A Propósito, (1) a “conversa com Nicodemos” tem um conteúdo tão alegórico que o “nascer de novo” pode ser muito bem interpretado de outras formas e (2) a historinha de abertura acima é meramente ilustrativa.

  • Muitos cabalistas dizem que suas tradições remontam ao século I.
    Assim como garantem que Moisés escreveu o Pentateuco.

  • Os antigos gnósticos criam na reencarnação.
    Nisso eu concordo, pois é algo bem documentado, quer pelos escritos deles que chegaram até nós, quer pelos de seus adversários da patrística. Há dois problemas, contudo:

    1. Os gnósticos dificilmente podem ser considerados como o “cristianismo original”, pois há uma regra simples de pesquisa: quanto mais místico, menos histórico é o Jesus apresentado, pelo fato de teologias sofisticadas demorarem mais a se formar que as simples. Não é à toa que a Alta Cristologia (Jesus como ser divino) se encontra no tardio João e não nos sinópticos, de datação mais antiga. Não há relatos sobre atividades de gnósticos antes do século II. É possível que os dissidentes mencionados na I Epístola de João tenham se juntado a algum grupo filosófico em voga na época (neopitagóricos, platônicos, etc.) e dado origem aos primeiros gnósticos do cristianismo;
    2. Os gnósticos não viam a reencarnação como algo bom. Este mundo material seria criação de um demiurgo inferior para manter aprisionar centelhas divinas decaídas após uma catástrofe cósmica. O objetivo deles era escapar o quanto antes do ciclo de reencarnações por meio de um conhecimento especial (gnose), transmitido por enviados celestes (Jesus, no caso dos cristãos, Sete ou Mani).

    E aí, compra esse pacote todo?

  • A validade do Espiritismo independe de a reencarnação estar na Bíblia ou não.
    Se você está falando do aspecto científico e filosófico do espiritismo, concordo. Agora, com relação ao aspecto religioso… depende. Você pode tomar duas posturas (pelo menos):

    1. Achar que a Primeira e a Segunda Revelações tiveram sua importância, mas estariam superadas pela Terceira que viria a esclarecer e complementá-las;
    2. Achar que suas predecessoras – em especial a Segunda – encontram-se tão deturpadas seriam, na verdade, religiões falsas e a Terceira Revelação a verdadeira expressão da proposta original de Deus (ou de Jesus).

    A primeira posição foi a que Paulo teve em relação ao judaísmo e a de Kardec em relação ao cristianismo. Bem ou mal, ambos tinham noção que estavam adicionando elementos novos à uma herança antiga. A segunda posição era a do anônimo autor da Epístola de Barnabé com relação ao judaísmo e vem sendo construída e disseminada no meio espírita, em relação ao cristianismo, desde os tempos de Léon Denis. Para essa última é crucial que se extraia a fórceps a reencarnação da Bíblia.

    O único problema dessa postura é que ela não tem base. Do contrário, não teriam os partidários dessas teses de inventar textos inexistentes em antigos autores cristãos, citar passagens antirreencarnacionistas como se fossem pró e, por fim, apresentarem uma fantasiosa história do cristianismo até o século V de nossa Era. Se você age como Paulo, não tenho nada a lhe questionar. Agora, se você é um Barnabé, este portal está à disposição de qualquer cristão tradicional para desmantelar suas imposturas. E como tem Barbané nos portais de apologia espírita!

  • A reencarnação não era compreendida no primeiro século da idade cristã. A vinda do Consolador Prometido também era necessária após um amadurecimento da humanidade, a fim de que pudéssemos entender certas verdades, não reveladas nos dias de Jesus.
    E quem disse que o Espírito da Verdade é o Consolador Prometido? Antes do século XIX, vários outros credos antes já alegaram ter sido criados por ele, e não me admiraria se outros vierem depois. Faça-me um favor: não venha com argumentos válidos apenas dentro de um centro espírita. Certo? Ao menos lá você pode “pregar para o coral” à vontade.

  • Você também deve ter seu próprio coral, afinal quem é você para falar que não existe reencarnação na Bíblia?
    Devolvo a pergunta: quem é você para dizer que não existe metempsicose na Bíblia?

  • Como assim?
    Não sabia? O mestre gnóstico Basílides interpretou a seguinte passagem de Paulo

    E eu, nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri

    Rm 7:9

    como: “antes de vir a este corpo vivi num tipo de corpo que não estava sujeito à lei: o corpo de um animal doméstico ou de um pássaro“. Bem, assim declarou Orígenes ao preservar um fragmento dele em seu Comentário sobre Romanos, Livro V, cap. I, quando o cita a fim de refutá-lo.

    Dado que os gnósticos supostamente tiveram acesso a um “conhecimento secreto”, prove que Basílides estava errado em sua interpretação!

  • Jamais disse eu que qualquer interpretação seria válida …
    Sim, só as que estão de acordo com paradigma espírita valeriam, não? Vamos dar um exemplo mais recente: os raelianos. Eles acreditam que Deus, ou melhor, os deuses da Bíblia são, na verdade, extraterrestres, os profetas seriam seres especiais sintetizados por eles para guiar a humanidade, que a estrela de Belém era uma espaçonave. Eles não acreditam em vida após a morte e muito menos em reencarnação, mas numa imortalidade carnal: Yahweh, por meio de um supercomputador, armazenaria as memórias e o código genético de todos os humanos a fim de recriá-los tal como eram, por ocasião do juízo final. A ressurreição de Jesus teria sido um experiência de clonagem!

  • Não sou obrigado a levar a sério essas sandices.
    Concordo, apenas diga-lhes isso, pois eles se levam muito a sério. Agora, te digo uma coisa: você não vai conseguir refutá-los, nem eu, nem ninguém. Por um simples motivo: suas interpretações da Bíblia são perfeitamente coerentes com o universo que eles criaram. De fato, como alguém já disse, “qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível de magia“. Se vivêssemos na galáxia de Star Wars, diriam que Jesus era um antigo Mestre Jedi com a missão de trazer equilíbrio à Força. Talvez em algum futuro filme baseado no universo dos quadrinhos da Marvel, descubram que ele foi um incrível e versátil mutante cheio de poderes.

  • Cavaleiros Jedi e mutantes superpoderosos são obras de ficção, espíritos são reais.
    Extraterrestres superavançados, também. Ou melhor, devem ser bem prováveis nesse universo imenso. Se eles já passaram por aqui é outra questão… De mesma forma, pode haver indícios de que nossa mente seja independente do cérebro. Se essas “mentes livres” estavam mexendo os pauzinhos num planeta insignificante chamado Terra há dois mil anos, é outra questão…

    Por ora, fique tranquilo. Não posso refutá-lo e talvez nunca possa, porque interpreta a Bíblia de forma coerente com o espiritismo, fazendo de Jesus um supermédium e colocando a reencarnação entre seus ensinos.

    Só não vejo motivos para achar que suas ideias fossem correntes na Palestina do primeiro século da Era Comum.

  • Pois eu sou um pesquisador e por isso posso dizer que existe reencarnação na Bíblia!
    Deixe-me ver se entendi. Você…

    1. Se nega a analisar todas as minhas fontes porque é monoglota (nem inglês sabe);
    2. Trata a Bíblia como se fosse uma gravação audiovisual moderna, algo como “Jesus disse isso no versículo tal. Tô com ele e não abro“, sem ao menos demonstrar alguma plausibilidade para o Jesus Histórico ter realmente se pronunciado assim, além de sua conveniência pessoal;
    3. Acha que judeus e cristãos modernos podem ser utilizados como pedra de toque para avaliar seus equivalentes do primeiro século;
    4. Tem uma vasta bibliografia que se compõe majoritariamente de escritores religiosos, curiosamente de orientação espiritualista;
    5. Tergiversa em vez de responder objetivamente aos questionamentos que lhe são feitos, muitas vezes com juízos de valor e posturas emotivas;
    6. Concebe um Jesus Histórico extremamente parecido contigo;
    7. E por último, mas não menos importante, não fez a fronteira de conhecimento humano sobre o assunto avançar um centímetro sequer.

    Desculpe, mas você não é um pesquisador: é um missionário. E, por favor, vá pregar para o coral de seu centro espírita, porque é dele que tem de implorar por aplausos.

Política de Comentários

  • Meus comentários não apareceram após minha postagem, nem após atualizar a página. O que houve?
    Todos os comentários necessitam de autorização minha para serem publicados efetivamente. Em outras palavras, atuo de censor.

  • Por quê?
    Sou responsável por tudo que acontece aqui. Se os visitantes começam a se comportar mal, posso arcar com as consequências. Em outras palavras, removo trollagens, discursos de ódio, injúrias, calúnias e difamações…

  • E todas as opiniões contrárias!
    Talvez, quem sabe? Mas se você quiser comprar minha boa vontade, eu posso autorizar algo “do contra” também.

  • Como assim “comprar”?
    Antes de despachar, releia o que escreveu. Responda sinceramente: você mandaria esse texto para:

    1. Um guarda que está te passando uma multa?
    2. Um professor que pode te reprovar e seu boletim está bem vermelho?
    3. Um juiz que pode te prender?
    4. Um chefe que pode te demitir por justa causa?
    5. Alguém que você ama, mas está pesando os prós e os contras em prosseguir o relacionamento contigo?

    Se a resposta for sim a qualquer um desses casos, estamos conversados.

  • Mas eu agi corretamente e mesmo assim fui bloqueado depois de algum tempo.
    Lobos em pele de cordeiro existem em qualquer lugar. Uma hora sempre mostram as garras. Não é porque você está sendo educado que você realmente é educado. Não fique se achando no direito a algo só porque segue regras básicas de convivência (isso é o mínimo do mínimo) e se eu pressentir que está testando (meus) limites, vou cortar suas asas sem cerimônia, porque não alimento trolls.

  • Pensei que se prezasse o debate saudável…
    Isto aqui não é lugar para debates, mas para comentários. Se quiser debater há fóruns e redes sociais mais adequados para isso. Se eu sentir que uma Flame War está surgindo, corto os contendores no ato antes que se ameacem reciprocamente de morte.

  • Isso é arbitrário!
    Com certeza! Se quer democracia, sinta-se à vontade para criar seu próprio blog e ser o regente absoluto por lá

  • Gente que não segue essas regras foi autorizada assim mesmo!
    Muito provavelmente porque, de tão caricatos, depõem contra si mesmos. Os que “pregam para o coral” (i.e. usam argumentos só válidos dentro de centros espíritas) caem frequentemente nisso.

  • Você deveria incentivar a troca de ideias!
    Sinceramente, houve épocas em que acreditei nisso. Não digo que não creia nesse ideal, mas ele não passa disso: um ideal. Na verdade, cansei. Cansei de…

    1. Ter longa explanações respondidas escondidas com simples palavras, algo como “monte de besteira”;
    2. Interlocutores que sequer se dignam a ler os artigos indicados (e às vezes dizem que leram);
    3. Ser avaliado mais pela forma que pelo conteúdo;
    4. Aturar estratégias diversivas, i.e., em vez de responder o que é solicitado, o interlocutor parte para outro assunto;
    5. Aturar vários e vários apelos emotivos e juízos de valor;
    6. Perder tempo com argumentos que são válidos apenas dentro de centros espíritas;
    7. Servir de palanque aos que “pregam para o coral”;
    8. Ter que desfazer caricaturas que fazem de meus argumentos (i.e., falácia do espantalho);
    9. Ouvir ofensas pessoas, quando não ameaças.
    10. Colocar excelente fonte de pesquisa ao alcance das mãos de quem quiser e ouvir o choramingo: “mas tá em inglês…“;
  1. Evandro
    16 de novembro de 2017 às 19:49

    Muito bom!

  2. Anônimo
    17 de abril de 2017 às 20:30

    Prezado Rafael.
    Agradeço as sugestões e eu consegui achar o material independente do problema com o link. Vou ler sim!
    Mas seria bom que utilizasse o material, como deve conhecê-lo, para fundamentar o tema.
    Abraços

  3. Rafael
    17 de abril de 2017 às 4:31

    Seria muito interessante se você pudesse ler estas duas partes do livro: “A Estrutura da Matéria Segundo os Espíritos”, e depois tecesse um post a respeito. Boa leitura!

    A Estrutura da Matéria segundo os Espíritos – Primeira parte

    A Estrutura da Matéria segundo os Espíritos – Segunda parte

  4. 1 de setembro de 2016 às 1:45

    Ou plasma

    http://brasilescola.uol.com.br/quimica/plasmaoutro-estado-materia.htm

    Que continua sendo tão material quanto os outros estados…

  5. herculanun
    31 de agosto de 2016 às 21:45

    Para Paulo Bedushi.
    Saudações!

    O senhor postou o seguinte comentário (relacionado a um diálogo)

    “Infelizmente o irmão que postou este artigo foi no mínimo imprudente. Deveria saber que a matéria se manifesta de outras formas como as conhecemos em 3 estados. Ao estudar melhor a Doutrina Espirita, saberia deste ponto fundamental para qualquer análise em relação a outros planetas – principalmente os mais evoluídos.
    Obs.: Atualmente a ciência já está admitindo o quarto estado da matéria : estado radiante”

    Permita-me fazer uma análise, independente do problema das crenças.
    O conhecimento dos estados físicos da matéria e suas propriedades só foi possível (fora do campo da percepção empírica) pela atividade científica. Portanto utilizar a base científica para inferir ignorância de terceiros sobre “doutrina religiosas” é no mínimo uma falácia. O fato de alguém desconhecer os textos escritos por Allan Kardec não são, de forma alguma, permissão para atribuir ignorância daquilo que na verdade não é um conhecimento válido, além de meras ilações sem qualquer fundamento válido.
    Gostaria muito que me mostrasse que há, no mínimo, planetas habitados por qualquer forma de vida e, só depois disto, seria interessante que demonstrasse que há possibilidades de avaliação sobre seu grau de “evolução” (se é que há uma referência possível) destas supostas criaturas.
    Por sinal, para quem estuda e conhece as obras de Kardec, suas afirmações sobre vida em outros planetas são fantasiosas e desprovidas de quaisquer fundamentos além de conterem frágeis contradições como afirmar que os seres de Marte seriam menos evoluídos o que, segundo os próprios conceitos kardecistas, lhes confeririam corpos mais densos embora tais corpos nunca foram vistos. Além do fato de Kardec afirmar que “rastejavam” sobre a superfície do planeta.
    O que a ciência ADMITE ela o faz sob rigoroso processo de elaboração que espero não seja desconhecido pelo senhor, utilizar tal argumento para justificar ilações “doutrinárias” sem pé nem cabeça e que até agora não passaram das linhas publicadas sabe-se lá sob quais condições, é no mínimo um equívoco de argumentação.
    Penso, salvo melhor juízo, que não podemos atribuir a alguém a ignorância por uma matéria que não traz em seu bojo menos ignorância do que a acusação proferida. A dita “doutrina espírita” não trouxe qualquer contribuição ao conhecimento humano que possamos sentir falta se dele nos abstivermos.
    Não se ofenda, mas se toda a obra do Sr. Allan Kardec desaparecesse num momento, no momento seguinte nenhuma falta faria ao mais comum dos seres humanos, descontados é claro os efeitos da doutrinação de seus prosélitos.
    abraços

  6. 31 de agosto de 2016 às 15:30

    Infelizmente o irmão que postou este artigo foi no mínimo imprudente. Deveria saber que a matéria se manifesta de outras formas como as conhecemos em 3 estados. Ao estudar melhor a Doutrina Espirita, saberia deste ponto fundamental para qualquer análise em relação a outros planetas – principalmente os mais evoluídos.
    Obs.: Atualmente a ciência já está admitindo o quarto estado da matéria : estado radiante.

  7. 14 de julho de 2016 às 11:30

    Tão logo me seja possível, replicarei ao seu comentário Herculanun, por hora, grato pela sua atenção e muito bem exposta opinião.

  8. herculanun
    12 de julho de 2016 às 13:49

    Olá Luizcom.
    Você comentou: “Esperemos e vamos ver quem tem razão.”
    A questão não é bélica, a questão é intelectual. Ela está fundamentada em princípios universais da argumentação; um argumento inválido é inválido independente de qualquer outro fator. Basta então que, aquele cujo argumento foi invalidado, se disponha a admitir.

    ” No mais, verdades de cada um não compõe a verdade única.”
    Mas há verdades únicas que cabem a qualquer cidadão do planeta, portanto a sua frase já constitui um argumento inválido. Que ninguém jamais provou que Deus exista, é uma verdade única, independe de crenças ou descrenças.

    “Busque a verdade e a verdade vos libertará.”
    Vamos analisar um só caso. É verdade que espíritos existam? Não! Não há provas disto. Será que você admite tal verdade? Será que você se libertou da crença para admitir esta verdade?

    “Se servir, use, do contrário, tenha calma, seu dia há de chegar e sua verdade será confrontada com as demais.”
    O uso só será útil quando as pessoas abrirem mão de crenças e dogmas em prol de verdades universais, até prova em contrário. Não precisamos esperar a eternidade para provar que morremos mas é preciso que se prove que há uma vida espiritual, caso contrário não é verdade, é crença.

    “Mas, não se surpreenda se o que acha ser verdade não passou de uma única vida desperdiçada ou mais uma vida desperdiçada.”
    O que é “vida desperdiçada”? Aquele que não tem as suas crenças? Que não vive segundo a sua cartilha?

    Abraços

  9. 12 de julho de 2016 às 10:33

    Ok, o próximo!

  10. 12 de julho de 2016 às 3:56

    Qual a única certeza desta vida? A morte. Esperemos e vamos ver quem tem razão. No mais, verdades de cada um não compõe a verdade única. Gostam de clichês? Busque a verdade e a verdade vos libertará. Se servir, use, do contrário, tenha calma, seu dia há de chegar e sua verdade será confrontada com as demais. Mas, não se surpreenda se o que acha ser verdade não passou de uma única vida desperdiçada ou mais uma vida desperdiçada.

  11. Milton Valdameri
    21 de junho de 2016 às 6:15

    Para a ciência, não importa se aconteceu com Kardec ou com qualquer outro, importa se é possível verificar. Se isso tudo tivesse acontecido com o [***], os Espíritas dariam um mínimo de credibilidade?
    PS. Allan Kardec é um [***], só que os Espíritas não sabem.

  12. Anônimo
    20 de junho de 2016 às 22:59

    Saudações a todos.

    “Você acha que essas experiências fariam a ciência considerar a possibilidade da vida dos espíritos?”

    Gostei das sugestões do Gerlon! O Kardec deixou um rol de desculpas prontas para o caso de não haver sucesso.
    Embora ele tenha dito que já tinha provas irrecusáveis destes fenômenos; para que mais?

  13. Gerlon
    20 de junho de 2016 às 19:09

    Suponha que tivéssemos bem registrados os experimentos em que Kardec se baseou quando lançou as bases do espiritismo, no meio do século XIX, tais como:
    – Ver e tocar os espíritos dos mortos;
    – Ver e tocar coisas que os espíritos dos mortos faziam aparecer;
    – Colocar uma folha de papel em um local trancado, e após um tempo, haver nela coisas escritas;
    – Ouvir sons sem causa, como se fossem pancadas na madeira, os quais respondiam a perguntas, de modo inteligente;
    – Ver objetos materiais voarem de modo inteligente (não aleatório).

    Você acha que essas experiências fariam a ciência considerar a possibilidade da vida dos espíritos?

  14. Nestor Ferraz
    3 de maio de 2016 às 18:09

    Ora, ora, o Milton Valdameri não respondeu as perguntas do Peçanha. Mas isto não me surpreende.

  15. 1 de maio de 2016 às 6:10

    Creio que os Astecas faziam sacrifícios humanos para o Sol, nem por isso acredito que o astro-rei se importasse com as ofertas. Quanto à “interpretação estapafúrdia”, esqueceu-se de que Mason mostra outras evidências em Josefo para um retorno único à vida em um “Mundo Vindouro”, em vez de diversos neste mumdo.

  16. Peçanha
    30 de abril de 2016 às 20:04

    O ponto de vista de Steve Mason é plausível quando se considera a ressurreição no Mundo Vindouro como um retorno à vida carnal em um corpo glorioso, ou seja, seria o mesmo corpo carnal de outra natureza, invulnerável e imperecível, que seria o mesmo que reencarnar, pois seria retornar à vida física em outro corpo carnal, mas um corpo de outro tipo. Contudo, a ressurreição no Mundo Vindouro também pode ter outras interpretações como, por exemplo, voltar à vida em espírito, ou seja, em corpo espiritual, como no ponto de vista de Paulo em 1 Coríntios 15:44: “Semeia-se corpo natural, ressuscitará corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual”. Paulo fala claramente na ressurreição do espírito, portanto, ressurreição do espírito no plano espiritual, obviamente. Paulo não menciona nenhum tipo de ressurreição física, como corpo carnal glorificado, invulnerável, eterno, sublime, etc. Paulo se restringe apenas à ressurreição espiritual: Morre o corpo físico, ressuscita o espírito (a ressurreição do espírito, não do corpo carnal). Paulo afirma taxativamente a existência do espírito independente do corpo físico, quando diz “se há corpo natural, há também corpo espiritual”. Portanto, a ressurreição no Mundo Vindouro pode ter interpretações de ressurreição carnal ou ressurreição espiritual na literatura bíblica. A maioria dos textos bíblicos possibilita múltiplas interpretações, diga-se de passagem.

    O fato é que Josefo usa os termos ‘eteron’, que significa ‘outro’, e ‘soma’, que significa ‘corpo’ no sentido de corpo carnal (corpo físico), no trecho “a alma dos bons passa a outro corpo” em Judeus 2.162. O uso de tais termos, neste contexto, evoca a crença na reencarnação, pois passar para outro soma (corpo físico) é reencarnar. Fica a critério de o leitor interpretar que tal passagem seja para o mesmo corpo físico (pois só assim seria uma ressurreição), mas que já estaria tão modificado que seria como se fosse outro corpo. Acho uma interpretação um tanto estapafúrdia, mas tem alguma coerência. No entanto, vejo mais lógica na interpretação reencarnacionista mesmo, na qual passar para outro soma seja literalmente passar para outro corpo carnal via concepção e nascimento, obviamente.

    A minha conclusão é que não se pode garantir que os textos de Flávio Josefo indiquem apenas a crença na ressurreição entre os judeus.

    Sr. Cyrix, é notória a sua predileção pela crença na ressurreição em detrimento da reencarnação. Isto depõe contra o seu agnosticismo.

  17. 25 de abril de 2016 às 10:54

    Ou seja, a Ressurreição no Mundo Vindouro também é um tipo de reencarnação, como sugerido por Steve Mason. Aniquilação dos maus também é um destino previsto na literatura bíblica (2 MC 7:9). Apocalipse e 2 Baruque, porém, previam uma ressurreição para a danação eterna.

    Aliás, um dos links que postou:

    https://www.metodista.br/revistas/revistas-ims/index.php/oracula/article/viewFile/5912/4783

    concorda comigo, em linhas gerais. Você realmente o leu?

  18. Peçanha
    24 de abril de 2016 às 22:53

    Sr. Valdameri, ao dizer que dou sinais de debilidade intelectual, o senhor está atacando sim a minha pessoa. Em algum momento eu disse que o senhor dá sinais de debilidade intelectual?

    Sr. Valdameri, desde quando dizer que alguém tem atitudes que são características de idiotas não é atacar a pessoa?

    Sr. Valdameri, por favor, não seja cínico.

    Sr. Valdameri, em vista de sua “humildade”, o senhor deve ser um gênio fabulosíssimo para afirmar com tanta certeza que os outros dão sinais de debilidade intelectual.

    Sr. Valdameri, não sou estudioso do Espiritismo, mas já estudei um pouco, porque já estudei um pouco de Teologia. É necessário ser estudioso do Espiritismo para debater sobre Espiritismo?

    Sr. Valdameri, ao dizer que tenho que cobrar provas primeiramente do que disse Allan Kardec, o senhor está saindo pela tangente com este subterfúgio, para não provar nada do que o senhor mesmo disse sobre Kardec. Por que eu deveria cobrar provas a Kardec antes de cobrar provas das afirmações do senhor aqui neste debate?

    Sr. Valdameri, se o senhor tem provas documentais de que Kardec nunca fora aluno de Pestalozzi e que passara a sua vida enganando pessoas, por que não apresenta-las de alguma forma?

    Sr. Valdameri, o Candomblé tem todas as características de religião e é considerado religião, como eu já provei nos links disponibilizados, mas o senhor insiste que o Candomblé não é religião porque não é confessional. Afinal, o que é confessional para o senhor?

    Sr. Valdameri, se o estado de transe de uma pessoa não a torna médium, então o que são as pessoas que manifestam orixás, caboclos, pretos velhos, etc nos terreiros de Candomblé e Umbanda?

    Sr. Valdameri, se médiuns não existem no Candomblé, então, os filhos de santos que manifestam orixás, caboclos e etc são doentes mentais, vigaristas ou estão em estado hipnótico?

    Sr. Valdameri, se o senhor não sabe o que é um orixá, então por que o senhor é membro do Candomblé? Como pode o senhor ser membro do Candomblé e não saber o que é um orixá?

    Sr. Valdameri, orixá deve ser alguma coisa, já que se manifestam em terreiros. Sendo membro do Candomblé, o senhor tem a obrigação de saber, portanto, o que é um orixá?

    Sr. Valdameri, qual a diferença entre membro do Candomblé, candomblecista, adepto do candomblé e seguidor do candomblé?

    Sr. Valdameri, o senhor fala com orixás, caboclos, pretos velhos, etc?

    Sr. Valdameri, existem provas da existência de orixás, caboclos, pretos velhos, etc?

    Sr. Valdameri, ser seguidor de uma religião não é seguir algo dentro da religião, é seguir a religião (rituais, dogmas, crenças, cultos, reuniões, festas, etc). Um católico é seguidor do catolicismo, um protestante é seguidor do protestantismo e um candomblecista é seguidor do…?

    Sr. Valdameri, pelo visto aqui, não sou eu quem está tendo atitudes com características de idiota.

    Sr. Valdameri, o sr. acredita em Olorum?

    Sr. Valdameri, o sr. já se falou com algum orixá manifestado?

    Sr. Valdameri, o eu pedi para o senhor postar o trecho de “Obras Póstumas” onde Kardec debocha dos seguidores do Espiritismo e onde constam as mentiras, que o senhor alegou, mas o senhor escapou com um subterfúgio. O livro “Obras Póstumas” é disponível em PDF, basta selecionar o tal trecho e publicar aqui! O senhor não quer fazê-lo para provar o que o senhor mesmo disse, então posso considerar como mentira do senhor.

    Sr. Valdameri, por que o senhor mente, foge das perguntas e não apresenta provas de suas afirmações?

    Sr. Valdameri, eu fiz perguntas que o senhor não respondeu. Reitero as perguntas:

    Sr. Valdameri, eu não perguntei o que não é o Candomblé. Eu perguntei o que é o Candomblé para o senhor e o senhor respondeu que o Candomblé não é religião porque não é confessional. Sr. Valdameri, o que é o Candomblé para o senhor?

    Sr. Valdameri, o sr. acredita na existência de orixás? O que é egum? O que são pretos velhos?

    Por favor, responda essas perguntas.

  19. Peçanha
    24 de abril de 2016 às 22:52

    Sr. Cyrix, o que acontece com os bons e com os maus após a morte é uma crença. A reencarnação é outra crença. A reencarnação consiste em a alma (espírito) retornar à vida corpórea em outro corpo. A reencarnação é isto. O que Josefo mostra é que os fariseus acreditavam em um processo de reencarnação diferente do processo espiritualista. É diferente, mas não deixa de ser reencarnação. A crença farisaica de que somente os bons reencarnariam e os maus sucumbiriam ao inferno evoca a crença de que o Paraíso seria instalado aqui na Terra após o Juízo Final.

    Guerra dos Judeus 2.162: “Toda alma, eles [os fariseus] afirmam, é imperecível, mas somente a alma dos bons passa a outro corpo” (https://www.metodista.br/revistas/revistas-ims/index.php/oracula/article/viewFile/5912/4783 ou https://www.clubedeautores.com.br/book/41787–QUIMERA ou https://www.youtube.com/watch?v=qPUShDF7Nho)

    A crença de uma única vida com redenção e danação eternas poderia até se enquadrar melhor a este contexto se os fariseus, segundo Josefo, não acreditassem que “somente a alma dos bons passa a outro corpo”, ou seja, reencarna, goste você ou não.

  20. Peçanha
    24 de abril de 2016 às 22:52

    Sr. Cyrix, o senhor é que está botando lenha na fogueira com esses tipos de comentários.

  21. Milton Valdameri
    22 de abril de 2016 às 13:59

    Sr. Peçanha, mantenho minha compostura dizendo mais uma vez que você mostra sinais de debilidade intelectual, primeiro por mandar os outros manter a compostura e segundo por me acusar de atacado sua pessoa. Eu não disse que você é idiota, apenas citei atitudes suas que são características de idiotas, se você pretende persistir com esses atos, o problema não é meu.

    Se o senhor não é espírita e não é estudioso do espiritismo, então o que está fazendo num debate sobre espiritismo? Antes de pedir provas sobre o que eu digo, você deve pedir provas sobre o que o Kardec diz, depois poderemos comparar as provas dele com as minhas.

    Candomblé não é religião, porque não é confessional, como já lhe disse antes e você não entendeu. Se alguém afirma que candomblé é religião, então deve dizer também como é possível algo pode ser religião sem ser confessional. O estado de transe de uma pessoa não faz a pessoa ser médium, se você não consegue entender isso, eu não vou perder meu tempo explicando.

    Se alguém souber dizer o que é orixá, apresentando as evidências de que orixá é aquilo que esse alguém diz ser, por favor, me apresente para essa pessoa. Eu não sei o que é ser candomblecista, porque não sou candomblecista, sou membro do candomblé. Não posso ser um seguidor do candomblé, porque não há nada para seguir no candomblé, como já disse antes.

    Se você seu a parte de Obras Póstumas, que fala sobre a fundação da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, mas percebeu que é tudo primeiro de abril, então não vou perder meu tempo contigo. Quanto ao Kardec ter dedicado a vida a enganar as pessoas, faça aquilo que eu disse antes, peça provas daquilo que Kardec afirmou, depois vamos comprar as dele com as minhas.

  22. 21 de abril de 2016 às 23:15

    A questão da crença no destino das almas dos maus é outra coisa. Estamos falando da crença na reencarnação dentro do judaísmo, segundo a obra de Flávio Josefo.

    Não, não é. Deixa de enrolar e responda esta dificuldade: porque os mais precisariam ter uma segunda chance não a tem? Por que os virtuosos voltariam a um mundo de sofrimento como prêmio, perigando cair na situação dos primeiros?

    A ideia de uma vida única com redenção ou danação eternas se adequa melhor a esse contexto, goste você dela ou não.

  23. 21 de abril de 2016 às 23:09

    Sr. Valdameri, por favor, mantenha a compostura! Vamos tentar manter um nível civilizado de diálogo. Atacar a minha pessoa não dá consistência aos seus argumentos. Por favor, não apele!

    Bota lenha na fogueira e depois quer atuar de bombeiro. Cuidado…

  24. Peçanha
    21 de abril de 2016 às 20:49

    A questão da crença no destino das almas dos maus é outra coisa. Estamos falando da crença na reencarnação dentro do judaísmo, segundo a obra de Flávio Josefo.

  25. Peçanha
    21 de abril de 2016 às 20:48

    Sr. Valdameri, por favor, mantenha a compostura! Vamos tentar manter um nível civilizado de diálogo. Atacar a minha pessoa não dá consistência aos seus argumentos. Por favor, não apele!

    O Candomblé tem rituais, crenças, indumentárias, cultos e hierarquias. Como que o Candomblé não é uma religião se tem todas as características de uma religião? Basta pesquisar por “Candomblé” no Google. “Candomblé é uma religião derivada do animismo africano” (https://pt.wikipedia.org/wiki/Candombl%C3%A9); “O candomblé é uma religião africana trazida para o Brasil no período em que os negros desembarcaram para serem escravos” (http://brasilescola.uol.com.br/religiao/candomble.htm); “Nesta religião afro-brasileira são feitas homenagens aos antepassados com festas, comidas e os objetos que os representam” (http://www.afreaka.com.br/notas/candomble-origem-significado-e-funcionamento); “Com suas divindades geniosas, é a religião afro-brasileira mais influente do país” (http://super.abril.com.br/historia/candomble-no-brasil-orixas-tradicoes-festas-e-costumes); “O candomblé é um culto religioso africano que se espalhou para alguns países do mundo” (http://escola.britannica.com.br/article/487824/candombl%C3%A9); “O CANDOMBLÉ – religião brasileira dos orixás e outras divindades africanas” (http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142004000300015). Não sei por que cargas d’água o senhor diz que o Candomblé não é uma religião. Se o Candomblé não é uma religião, então o que é o Candomblé para o sr.? Pelo fato do sr. atacar outra religião, o sr. tem vergonha de dizer que é seguidor de uma religião também? Para dar mais credibilidade às suas críticas, o sr. quer passar uma imagem de meio agnóstico ou meio ateu?

    O sr. se diz candomblecista, mas também diz que não é seguidor do Candomblé (????). Se um candomblecista não é um seguidor do Candomblé, então o que é um candomblecista?

    Eu não sou seguidor do Candomblé, mas já presenciei alguns cultos de Umbanda e Candomblé. O sr. disse que não sabe o que significa acreditar em orixás. Talvez, eu tenha me expressado mal. Farei as perguntas certas: O que são orixás? O sr. acredita na existência de orixás? O que é egum? O que são pretos velhos?

    Se não existem médiuns no Candomblé, o que são aquelas pessoas que entram em transe, falam de forma diferente e se identificam como orixás, caboclos, exus, etc? E muitos, quando voltam ao estado normal, não se lembram de nada! Se não são médiuns, então, o que são?

    Sr. Valdameri, eu não tenho condições de contestar suas críticas ao Espiritismo porque eu não sou espírita e nem estudioso do Espiritismo. Eu só estou cobrando provas das suas afirmações, pois quem afirma é porque tem condições de provar, e também estou mostrando o contrassenso de um candomblecista criticar o Espiritismo como farsa. O sr. faz as afirmações e pede para os outros provarem. Isto é ilógico! O sr. pede para eu provar que Kardec foi discípulo de Pestalozzi, chefe de instituição, teve contado com espíritos, etc. Mas eu não afirmei nada disso! Como é que o senhor me pede para provar coisas que eu não disse? O sr. é que fez afirmações. O sr. disse que apresenta documentos que provam que Allan Kardec não foi discípulo de Pestalozzi. O sr. poderia publicar esses trechos do seu livro, citando os documentos e as fontes, para mostrar que é possível comprovar o que o sr. diz no livro? O sr. poderia provar isso aqui ou é preciso comprar o seu livro? Eu estou curioso para saber quais seriam esses documentos que provam que Allan Kardec não foi discípulo de Pestalozzi. Creio que o sr. é o primeiro a fazer essas afirmações com tanta convicção e isto abre um precedente que pode até aniquilar o Espiritismo, mas é necessário provar, caso contrário, fica tudo no achismo e achismo não é prova. O que mais tem por aí é achismo! O senhor disse que cita, como exemplo do deboche de Allan Kardec, o texto no livro “Obras Póstumas”. Eu li a parte referente à fundação da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas (“FUNDAÇÃO DA SOCIEDADE ESPÍRITA DE PARIS”), mas não vi nenhum deboche (http://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/07/139.pdf). O senhor poderia indicar a fonte dessa sua informação e publicar o trecho do “Obras Póstumas” com o deboche de Kardec?

    Sr. Valdameri, em outro comentário, o senhor disse que Allan Kardec dedicou a vida dele a enganar pessoas. Eu me lembro de ter perguntado se o senhor tinha provas disso, mas até agora o senhor não apresentou nem uma prova e nem sequer respondeu se tem ou não alguma prova.

  26. Milton Valdameri
    18 de abril de 2016 às 1:49

    Sr. Peçanha, mais uma vez as indicações de debilidade intelectual, de sua parte, são fortíssimas. Eu não posso ser um seguidor do candomblé, pois não o que seguir no candomblé, como já disse no comentário anterior, o candomblé não é confessional, portanto ser membro do candomblé não significa ser religioso.

    Eu não acredito em orixás, pois não sei o que significa “acreditar em orixás” e não faço a menor ideia do que “orixá” significa para você. Ser membro do candomblé não implica em acreditar em vida após a morte, nem em entidades incorpóreas, se existem membros do candomblé que acreditam nisso, não é problema meu. Mais uma vez, o candomblé não é confessional.

    Se existem pessoas no candomblé, que se dizem médiuns, não é problema meu, eu não sei o que você, ou as pessoas do candomblé, consideram um médium. Pedir provas não é apresentar uma contestação, para apresentar uma contestação você é que deve apresentar provas, como por exemplo: prova de que Kardec foi discípulo de Pestalozzi, prova de que ele foi Chefe de Instituição, prova de ele teve contato com espíritos e assim por diante.

    Eu apresento documentos que mostram de forma inequívoca que ele não foi discípulo de Pestalozzi, quanto ao deboche de Kardec aos seguidores da doutrina, cito como exemplo o texto em Obras Póstumas referente a fundação da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, que nada mais é que um “primeiro de abril, primeiro de abril, primeiro de abril e primeiro de abril”.

  27. 17 de abril de 2016 às 15:13

    E as almas dos maus que se danem eternamente, né?

    (Tal qual na ressurreição paulina…)

  28. Peçanha
    16 de abril de 2016 às 20:48

    Não se trata de uma análise que concorda comigo, porque o texto de Josefus é taxativo. Em Guerra dos Judeus 2.162, está escrito que “a alma dos bons passa a outro corpo”. Isto é reencarnação com todas as letras. Se isto não for reencarnação, nada mais é.

  29. Peçanha
    16 de abril de 2016 às 20:46

    Sr. Valdameri, peço desculpas por dizer que o sr. é agnóstico. Realmente o sr. não é agnóstico. O sr. é um seguidor do Candomblé que diz que o Espiritismo é uma farsa. O sr. é mais um religioso que tenta impor o seu ódio a outra crença.

    O sr. disse que ser do Candomblé não implica em acreditar ou deixar de acreditar em alguma coisa. Então o sr. é do Candomblé, mas não acredita em orixás?

    O sr. disse que o Candomblé não tem nada a ver com Espiritismo, mas, assim como no Espiritismo, no Candomblé existem médiuns, acredita-se em vida após a morte e em entidades incorpóreas.

    O sr. disse para eu apresentar contestação à sua crítica ao Espiritismo. O sr. disse que Kardec passou a vida enganando pessoas e debochando dos seus seguidores. O sr. tem provas disso?

  30. Milton Valdameri
    10 de abril de 2016 às 5:19

    Um indivíduo que se identifica como Peçanha, fez referência à minha pessoa, afirmando que em um dos meus comentários eu disse ser agnóstico. Disse também que um candomblecista criticar e condenar o espiritismo é como pular do fogo pra frigideira. Então vamos lá.

    Primeiro, eu nunca disse que sou agnóstico, pois não sou. Portanto o Sr. Peçanha mostra uma capacidade para leitura um tanto debilitada. Segundo, eu não condeno o espiritismo nem qualquer outra forma de crença, eu nem mesmo perco meu tempo falando sobre crenças, eu critico a obra de Allan Kardec e aqueles que desejarem contestar aquilo que eu apresento, podem fazer quando quiserem.

    Terceiro, ser do candomblé não implica em acreditar ou deixar de acreditar em alguma coisa, pois o candomblé não é confessional. Quarto, candomblé não tem nada a ver com espiritismo, se existem pessoas no candomblé que confundem uma coisa com a outra, isso não é problema meu. Quinto, Se a crítica que eu apresentei ao espiritismo está errada, então apresenta a contestação, em vez de tentar desqualificar o quem criticou.

  31. 10 de abril de 2016 às 0:37

    Onde se lê: “faz uma análise imparcial, digna de menção“, entenda-se: “uma análise que concorda comigo

  32. Peçanha
    9 de abril de 2016 às 22:13

    Reencarnação nas escrituras e nas obras de Josefus:

    Leiam as obras de quem realmente estudou e conhece a fundo o tema. Leiam as obras de Russell Norman Champlin, um teólogo estadunidense, PhD em línguas clássicas, que traduziu as escrituras originais que formam o Velho e o Novo Testamentos. Ele prova cabalmente que a doutrina da reencarnação consta nas escrituras originais.

    Abaixo, algumas obras do Dr. Russell Norman Champlin:

    1. Antigo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos.
    2. Como descobrir o sentido dos seus sonhos. 152 páginas. São Paulo: Nova Época Editorial.
    3. Estamos entrando agora nos quarenta anos finais da Terra? 272 páginas. São Paulo: Nova Época Editorial.
    4. Evidências científicas demonstram que você vive depois da morte. 275 páginas. São Paulo: Nova Época Editorial.
    5. Novo Testamento interpretado versículo por versículo. 6 volumes. São Paulo: Hagnos.
    6. O homem que sabia. São Paulo: Nova Época Editorial
    7. Enciclopédia de Bíblia, teologia e filosofia. 6 volumes. São Paulo: Hagnos.

    “O conceito de reencarnação nas obras de Flávio Josefo é alvo de muita controvérsia, mas o Dr. Vicente Dobroruka (professor de História Antiga, Universidade de Brasília) faz uma análise imparcial, digna de menção: Diversas passagens dos escritos de Josefo evidenciam conhecimento claro do conceito de reencarnação. Uma das mais importantes é Guerra dos Judeus 2.162, embora numa estranha conexão doutrinal com o farisaísmo: “Toda alma, eles [os fariseus] afirmam, é imperecível, mas somente a alma dos bons passa a outro corpo”” (para saber mais: https://www.clubedeautores.com.br/book/41787–QUIMERA ou https://www.youtube.com/watch?v=qPUShDF7Nho).

    O sr. Milton Valdameri aqui se diz agnóstico, mas um dos comentaristas disse que ele candomblecista (adepto do Candomblé). Eu pesquisei e descobri que o sr. Valdameri é realmente candomblecista. Um candomblecista criticando e condenando o Espiritismo é brincadeira, né? É como pular do fogo pra frigideira!

  33. Horácio
    6 de abril de 2016 às 16:21

    A reencarnação destoa totalmente da finalidade ou necessidade da Cruz, que, correlata minuciosamente com toda Escritura, desfaz, como matéria friável, desde a superfície ao cerne, a obra desonesta, hipócrita e irresponsável de Kardec. Enfim, segundo um dos seus biógrafos, “Kardec desejava ardentemente unir católicos e protestantes numa nova religião”: Obviamente por ele comandada. Como foi rechaçado desse seu desejo, até ironizado, Kardec pareceu “recuar”. Mas, intimamente nutria cada vez mais tal pretensão. Isto é fato histórico, foi quando estudava em Yverdun na Suíça. Porem, depois de se formar, viu a “sorte” a sorrir-lhe: Quando entrou em contato com pessoas em França que teriam assistido sessões de Espiritismo na Inglaterra. Que por sua vez importou tal prática através das experiencias das irmãs Fox na América. Mas isto não interessa aos espíritas. Oh não. Nunca! Menos ainda de se inteirar do relatório científico da época que constatou ser o contexto um amontoado de fraudes e outras maquinações. Helena Blavatsky fazia parte do grupo nesta ocasião. Enfim, Blavatsky e Kardec forjaram suas doutrinas (que análogas) encampando das experiências das irmãs Fox, que inclusive se tornaram alcoólatras e morreram amaldiçoando o movimento espírita. Antes, porem, uma delas esteve na Inglaterra secretamente, e constatou que as sessões espíritas que haviam ali, dava lugar as orgias mais intensas. E só pesquisar e conferir.

  34. Nestor Ferraz
    5 de abril de 2016 às 19:54

    O Milton Valdameri denigre o Espiritismo, mas é candomblecista. [editado pelo moderador]

  35. 15 de março de 2016 às 2:35

    Parabéns pelo site! Acho muito interessante o estudo crítico das religiões. Seu trabalho é primoroso.

  36. 11 de janeiro de 2016 às 22:39

    Sua resposta está no link fornecido. Aguardo que vc o leia.

    A propósito:

    Desrespeitei-o em algum momento?

    Uma pessoa educada que alardeia a própria educação. Interessante…

    então porque censuras este debate?

    1. Porque isto não é um debate, mas uma área de comentários. Se quiser debater, existem fóruns e redes sociais para isso.
    2. Já existe uma página dedicada a João Batista aqui, então comente por lá.

    Pensei que o intuito da página era construir o conhecimento.

    Esta página é como eu me relaciono com o divino. Se subprodutos benéficos são gerados, ótimo pra vocês, mas não me cobrem nada.

    E como interpretar e compreender estas passagens no contexto histórico?

    Se houvesse lido o link já saberia ao menos qual é o contexto e eu perceberia que és alguém com dúvida em algum ponto específico. Dica: apocalipcismo e literatura intertestamentária.

  37. 11 de janeiro de 2016 às 19:52

    Sobre a minha indagação construtiva abaixo, eu somente esperava um réplica de caráter científico e histórico-crítica, como tens feito na exegese de vários textos, então porque censuras este debate? Desrespeitei-o em algum momento? Pensei que o intuito da página era construir o conhecimento.

    E como interpretar e compreender estas passagens no contexto histórico?

    13 Quando Jesus chegou à região de Cesaréia de Filipe, consultou seus discípulos: “Quem as pessoas dizem que o Filho do homem é?” 14 E eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros Elias; e ainda há quem diga, Jeremias ou um dos profetas”. 15

  38. herculanun
    11 de janeiro de 2016 às 16:46

    Joaquim Porã.
    Quero convidá-lo a visitar meu canal no Youtube, pois percebi em seu texto que temos muito a compartilhar. O canal se chama “Espiritismo kardecista leitura crítica”.
    Abraços

  39. 11 de janeiro de 2016 às 15:03

    Não sou teólogo, não estou aqui para interpretar nada, mas para buscar os fatos históricos atrás da mitologia religiosa. Leia o link repassado e comente por lá.

  40. 11 de janeiro de 2016 às 14:58

    E como interpretar e compreender estas passagens no contexto histórico?

    13 Quando Jesus chegou à região de Cesaréia de Filipe, consultou seus discípulos: “Quem as pessoas dizem que o Filho do homem é?” 14 E eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros Elias; e ainda há quem diga, Jeremias ou um dos profetas”. 15

  41. 11 de janeiro de 2016 às 14:57

    Kardec dedicou sua vida a enganar a pessoas e debocha de seus seguidores.

    Suponhamos que isso seja verdade, pergunto: e daí? Os mórmons também tiveram uma origem estupidamente suspeita, tanto que foram magistralmente ridicularizados pelo desenho South Park, no episódio All about the Mormons. Contudo, mesmo com todo escracho contra o fundador dessa religião, reconhece-se que uma virtuosa cultura religiosa pôde surgir a partir de uma pessoa de caráter, no mínimo, discutível. Os mórmons, hoje, são maiores que Joseph Smith e os espíritas, que Kardec.

    Modere em suas palavras para não flertar com discurso de ódio.

  42. 11 de janeiro de 2016 às 14:42

    Acesse:
    O Rival Cooptado

    Por ora é o que há sobre o tema.

  43. 11 de janeiro de 2016 às 12:47

    Queridos articulistas. O site é rico e construtivo, então para colaborar neste debate, teríamos como abordar a suposta reencarnação de Elias como João Batista; as passagens em que acreditavam ser Jesus algum dos profetas, Jeremias ou o Próprio Batista, já degolado na ocasião por Herodes?

    Assim como aquelas que aludem as crenças dos hebreus de que Elias voltaria (das nuvens?), fato por ele obviamente desmentido prontamente em João.

    Um abraço e quero aprender muito com vocês.
    Parabéns pelo trabalho!

  44. Ivanaldo
    8 de janeiro de 2016 às 15:57

    Cyrix, meu amigo. Você promoveu um portal onde se permite o debate.
    Ninguém está bagunçando nada.

    Você deletou a última postagem?

  45. 8 de janeiro de 2016 às 15:32

    Favor bagunçarem outro portal.

  46. Milton Valdameri
    7 de janeiro de 2016 às 15:10

    Não há lugar para honestidade no espiritismo, Kardec dedicou sua vida a enganar a pessoas e debocha de seus seguidores. Seu raciocínio para justificar o espiritismo é patético, ninguém precisa ser espírita para não pagar dízimo, não há nada de legal e positivo em viver enganando a si mesmo e aos outros. Não há possibilidade de “eles estarem certos”, isto pode ser demonstrado facilmente, mas SE estiverem certos aqueles que dizem que os espíritas vão para o inferno, como fica seu raciocínio?

  47. herculanun
    7 de janeiro de 2016 às 11:44

    Ivanaldo afirmou.
    “A ciência vê todos os efeitos com precisão. Só não enxerga propósito em nada. E nunca enxergará.”
    Eu gostaria de sugerir a ele (em função do seu raciocínio), que da próxima vez que necessitasse (espero que não) de um tratamento médico de ponta ou conheça alguém do seu círculo que tenha sido beneficiado por isto; ou que use o seu celular para melhorar seus negócios, agilizar sua comunicação com os filhos; ou quando pense em adquirir um automóvel com mais recursos de segurança e menos impacto ambiental, se a ciência realmente NÃO TEM PROPÓSITO ALGUM?
    Pelo menos penso que se a ciência “não enxergasse propósito em nada”, qual seria a sua razão de existir? Quem assim se posiciona deveria voltar a viver numa caverna, fazendo fogueiras esfregando pauzinhos.
    Quero ressaltar que raciocínios desta natureza expõem mais ingenuidade plantada pelos discursos religiosos que incapacitam a pessoa a refletir sobre o que diz (normalmente o discurso de doutrinação se estabelece com textos de repetição, clichês, slogans), do que propriamente um exercício crítico.
    É comum ver espiritualistas entrando na onda kardecista de que o “materialismo” é uma chaga, quase que uma doença social, quando abstração feita aos operadores de discurso, todos somos materialistas na prática.
    Não quero, de forma alguma, que entendam como um recurso ad hominem, mas infelizmente é fato verificável, que a manipulação no discurso religioso impõe uma hipocrisia não percebia pelos que se deixam levar pelo canto da sereia das estruturas doutrinárias, ideológicas, etc.

  48. Ivanaldo
    7 de janeiro de 2016 às 4:11

    Eu era Agnóstico. Agnósticos tornam-se ótimos espíritas. Somos honestos. Demandamos honestidade. E nosso raciocínio é bem afiado.

    Como abracei o espiritismo? Não tentava o Próprio Einstein alcançar a teoria do tudo? Siga sua jornada! Ela vai te levar a algum lugar, com honestidade…

    No momento, aos seus olhos, somos um saco de proteínas, com uns 25% de gordura se estiver em forma, e uns 50 litros d’água, versando sobre o universo. E só. É foda viver só com isso.

    A ciência vê todos os efeitos com precisão. Só não enxerga propósito em nada. E nunca enxergará.

    Portanto, é uma presunção imensa a de um balde de 50 litros de água, afirmar que tudo serve para nada…

    Amo a honestidade agnóstica em assentar: “eu não sei de porra nenhuma”. Mas é essa mesma honestidade que tem que falar: o espiritismo é o que junta o maior número de “pontos” dessa imagem do universo…

    ligue eles, um por um… vc tem uma vida pra isso. Ou faça nada, e siga sendo sua vida sem fazer mal nenhum. Duvidar não é fazer mal. É pensar. E estamos no mesmo barco, irmão.

    Sou espírita porque, se ou se, eu saio no lucro… raciocine… 😉

    #se eles estiverem certo, vivi uma vida legal, positiva, não paguei dízimo
    #se eles estiverem errados, vivi uma vida legal, positiva e não paguei dízimo 😀

    Paz para nós

  49. 16 de novembro de 2015 às 10:35

    Prezada Berenice,

    Um contato já está disponível nesta página, na seção de “Choros, dúvidas e lamentações”, lá em cima. Para saber algo sobre mim, leia Prezado Fred, que está como artigo fixo no topo, momentaneamente.

  50. Berenice
    15 de novembro de 2015 às 2:35

    Boa noite,
    eu,como uma estudiosa espirita, fiquei muito interessada no seu blog. Passando os olhos vi muitos termos científicos desconhecidos a mim e me senti um pouco ignorante. Vou lê-lo do início ao fim e tenho certeza que serei uma pessoa mais culta ao fim da leitura. Obrigada pela oportunidade. Me mande um e-mail, gostaria de conhecer sua história afim de que minha leitura fique ainda mais proveitosa. Meu nome é Nice, tenho 26 anos.

  51. Abel
    8 de novembro de 2015 às 0:40

    Não existem médiuns porque não existem espíritos falantes ao pé-do-ouvido dos vivos. Existem alucinações auto sugestionadas ou hétero sugestionadas e fenômenos parapsíquicos comprovados. Ví, sentí, testei e comprovei oque sustento.

  52. 7 de novembro de 2015 às 15:12

    Saudações fraternais a todos. Prezado Cyrix, você informou que é agnóstico no caso deve acreditar em alguma força superior um ‘Deus’ por assim dizer…

    Não. Releia a página de Sobre ou o artigo Porque sou agnóstico.

    Então eu te faço um questionamento, você já teve alguma experiência sobrenatural em sua vida ? Acredito que não.

    Realmente, não.

    Eu não vou argumentar através da fé contigo, nem baseando sobre o pentateuco de Kardec, nem a bíblia nem nenhum fundamento de outra religião, vou falar apenas de fatos.
    Não sei se você já pesquisou ou teve a curiosidade de pesquisar sobre os inúmeros relatos de casas mal assombradas por ai a fora ( vou usar apenas esse exemplo das casas), são realmente milhares de relatos, experiencias de pessoas, vídeos (muitos falsos obviamente), programas da discovery (milhares) que abordam o tema, etc. Inclusive juízes em alguns lugares dos EUA deram a causa ganha para moradores que pediram a devolução do dinheiro por serem ‘enganados’ por comprarem casas mal assombradas e não aguentarem ficar dentro da residência.

    Então eu pegunto, todos estão mentindo ? Será apenas alucinações coletivas ? As pessoas realmente abandonam as residência por nada ?

    Não sei, meu caro. Humildemente, não sei.

    Desculpe o excesso de questionamentos, eu quero só vou finalizar com uma experiência pessoal que tenho (pois antes que você pense eu não sou médium nem nada, apenas ser humano normal como você). Estávamos eu com um grupo de amigos nós divertindo na casa de um deles, simplesmente um deles tirou uma foto estilo selfie, e eu vi, e todos nós um rosto no fundo da foto, não foi pareidolia nem nada, foi nítido, pode ser que você não acredite em mim, mas acredite, não tenho para que mentir…

    O problema dessas provas é que elas são… pessoais! Se quiser veja o filme Contato (baseado num livro de Carl Sagan) em que uma astrônoma tem uma experiência de contato imediato com alienígenas, mas não consegue prová-la a ninguém. É chato, mas tem que ser assim. As meta-análises do experimentos da moderna parapsicologia tentam justamente criar modelos de teste controlados e reprodutíveis para excluir o fator pessoal.

    Nesse ponto eu concluo, será que o sobrenatural existe ?

    Para você, sim.

    Se sim qual é a melhor doutrina que se encaixa para a explicação dos fatos ?

    Se você quer que eu diga “espiritismo”, sinto muito. Na verdade, qualquer doutrina que advogue a existência de algo além da matéria serviria. Se eu especular que vivemos dentro de uma simulação – como na trilogia Matrix -, então o sobrenatural seriam “bugs” ou “Easter Eggs” colocados por uma programador a quem chamamos de Deus. É uma ideia maluca, mas com um poder explanatório imenso. Mas como saber que estou numa simulação se estou dentro dela?

    Desculpe Cyrix mas se qualquer coisa estranha acontecesse contigo seria o suficiente para você tremer na base quanto a tudo, como aconteceu comigo. Você pode tentar ignorar mas fica inviável o duro ‘chá’ de realidade, infelizmente coisas acontecem no mundo que não tem explicação, ponto.

    Acho que confundes inexplicado com inexplicável.

    Gostaria que você não ignorasse e me respondesse se o sobrenatural poderia existir ou somente tudo é matéria para ti. Abraços.

    Minhas perguntas são: mente e cérebro são uma coisa só? Caso não, a mente moldaria o cérebro ou o cérebro reescreveria a mente constantemente? Ou os dois? Posso dizer que o pessoal do “não” no momento leva vantagem, mas entrego a resposta final nas mãos do tempo, o verdadeiro senhor da razão.

  53. 22 de outubro de 2015 às 21:30

    Celestino, parabens. Parabens por tudo o que você já fez. Parabens pelos seus estudos. Assistí u ma entrevista com você há alguns anos e fiquei impressionado com sua capacidade. O seu livro sobre a biblia comparada já existe aqui na Biblioteca Municipal de Jundiaí. Já o lí, não totalmente e fiquei impressionado. Obrigado.

  54. 22 de outubro de 2015 às 14:53

    Saudações fraternais a todos. Prezado Cyrix, você informou que é agnóstico no caso deve acreditar em alguma força superior um ‘Deus’ por assim dizer…

    Então eu te faço um questionamento, você já teve alguma experiência sobrenatural em sua vida ? Acredito que não.

    Eu não vou argumentar através da fé contigo, nem baseando sobre o pentateuco de Kardec, nem a bíblia nem nenhum fundamento de outra religião, vou falar apenas de fatos.
    Não sei se você já pesquisou ou teve a curiosidade de pesquisar sobre os inúmeros relatos de casas mal assombradas por ai a fora ( vou usar apenas esse exemplo das casas), são realmente milhares de relatos, experiencias de pessoas, vídeos (muitos falsos obviamente), programas da discovery (milhares) que abordam o tema, etc. Inclusive juízes em alguns lugares dos EUA deram a causa ganha para moradores que pediram a devolução do dinheiro por serem ‘enganados’ por comprarem casas mal assombradas e não aguentarem ficar dentro da residência.

    Então eu pegunto, todos estão mentindo ? Será apenas alucinações coletivas ? As pessoas realmente abandonam as residência por nada ?

    Desculpe o excesso de questionamentos, eu quero só vou finalizar com uma experiência pessoal que tenho (pois antes que você pense eu não sou médium nem nada, apenas ser humano normal como você). Estávamos eu com um grupo de amigos nós divertindo na casa de um deles, simplesmente um deles tirou uma foto estilo selfie, e eu vi, e todos nós um rosto no fundo da foto, não foi pareidolia nem nada, foi nítido, pode ser que você não acredite em mim, mas acredite, não tenho para que mentir…

    Nesse ponto eu concluo, será que o sobrenatural existe ? Se sim qual é a melhor doutrina que se encaixa para a explicação dos fatos ? Desculpe Cyrix mas se qualquer coisa estranha acontecesse contigo seria o suficiente para você tremer na base quanto a tudo, como aconteceu comigo. Você pode tentar ignorar mas fica inviável o duro ‘chá’ de realidade, infelizmente coisas acontecem no mundo que não tem explicação, ponto. Gostaria que você não ignorasse e me respondesse se o sobrenatural poderia existir ou somente tudo é matéria para ti. Abraços.

  55. J
    18 de outubro de 2015 às 0:26

    Acho ótimo que haja espaço para debate e adversidade de opiniões. Mas você realmente demonstra ter um problema muito grande com o espiritismo, ainda que em seu diálogo imaginário, diga o contrário. Normalmente, vemos o mundo através dos olhos que temos disponíveis no momento. Quando tiver outra oportunidade, tente de novo. Com menos arrogância. Espiritismo não se trata disso. Se trata de amor.

  56. Milton Valdameri
    18 de setembro de 2015 às 22:28

    Em que ponto algumas pessoas podem chegar… ficam enfurecidas porque seu comentário, que é público, foi contra argumentado por alguém que não era o alvo desejado. Mais impressionante é o desejo de desqualificar o argumentador dizendo que o argumento foi muito bem elaborado.

  57. Herculanun(apelido)
    18 de setembro de 2015 às 10:10

    Saudações!
    Quando afirmamos, os que compartilham a ideia, que a religião é o ópio do povo, os religiosos se melindram e não entendem o que está por trás deste processo.
    Temos visto crescer a apatia dos cidadãos frente aos urgentes problemas de gestão pública, de honestidade, ética e zelo com a coisa alheia, mormente a vida alheia. Mas qual é a saída que as pessoas encontram?
    Vejam um (micro)exemplo, de como as pessoas estão reagindo aos (macro)problemas:
    http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2015/09/18/com-104-km-de-ciclovias-ate-2017-praia-grande-sofre-com-inseguranca.htm
    É assim! Quando instados a opinarem e reagirem, dizem “só por deus” ou coisa parecida.
    ‘A segurança da gente é Deus’
    Esta frase é um atestado da falência do tal criador; um atestado de sua hipocrisia haja vista que tem protegido, seguindo esta lógica, os mais ricos, os poderosos (como sempre me parece).
    É a falência da capacidade de reflexão, de reação. A religião (como consumismo), destrói a capacidade de avaliação dos fenômenos sociais e de nossa responsabilidade, direitos e deveres frente a estas situações. A pasteurização da educação forma pessoas cada dia mais acríticas, homogeneizadas, anestesiadas.
    Desde o império romano o poder percebeu que o melhor é se juntar a eles. Hoje em dia, temos as “bancadas” parlamentares, as entidades sociais de orientação religiosa, enfim, uma pá de organizações que colaboram para enlatar a consciência pública em prol do domínio das massas.
    Abçs

  58. Cleber Lopes
    18 de setembro de 2015 às 4:24

    Mais chato que o fanático religioso é o fanático ateu. Não sei porque as pessoas se doem por certos comentários. Mesmo eu tendo direcionando a minha mensagem pro editor do blog e não tenha citado nomes,me responderam como se a famosa carapuça service. Não me importo em escrever academicamente e muito menos quero comprovar superioridade no meu modo de pensar. Isso aqui não é universidade, não é tribunal ou coisa do tipo é só um blog da internet!! As pessoas levam tão a sério como se a vida dependesse desses comentários, de provar quem esta certo ou errado… quanta bobagem! Conforme alguem disse> Seja qual for a “verdade” ela será a verdade!! independente de quem acredita ou quem duvida dela!!
    Acrescento que não faço da minha religião ou a falta dela o meu estilo de vida. A minha crença não ocupa nem 1% do meu dia. Não preciso dela pra me dizer o que é certo ou errado, e tbm nao vai ser com argumentos bem elaborados de um ponto de vista muitas vezes preconceituosos, que me farão mudar de pensamento.
    O debate religioso sempre nos faz crescer, é saudável, é instrutivo, é legal…. desde que o objetivo seja expor ideias e nao atacar, enfiar “guela” abaixo que estou certo e vc errado… pra mim, pura bobagem que não leva à lugar algum!!

  59. Herculanun(apelido)
    17 de setembro de 2015 às 18:40

    Saudações.
    Há uma enorme diferença entre combater “religião” a aplicar o senso crítico ao discurso da religião. Qualquer discurso que seja motivado pelos recursos apelativos, manipuladores, persuasivos, devem receber o crivo da crítica.
    Para os religiosos é justo aplicar tal medida à política, ao mercado, ou a todas as formas que lidam com a manipulação das massas, menos com a religião. Ocorre que o discurso religioso é a forma mais eficaz de manter o rebanho apaziguado.
    É respeitável a “opinião” de todos, mas “opinião” não pode ser mais importante que a “constatação”. Este relativismo esconde problemas graves posto que uns acabam, pelo mesmo caminho, sempre achando que o outro é preconceituoso ou radical.
    Posso exemplificar.
    O kardecismo admite a premissa de que a “fé espírita é raciocinada”(Kardec cita isto em O Evangelho Segundo o Espiritismo”). O que esta afirmação deixa velado? Que outras formas de fé não seriam racionais.
    Além de ser uma afirmação falsa, ela é preconceituosa. Toda fé é um ato intelectual, pois é a aplicação da capacidade natural da crença. Animais irracionais não têm fé!
    A fé dos kardecistas é a mesma das outras formas de religiões cristãs, com diferença apenas na formatação do discurso. Allan Kardec vincula, dogmaticamente, a crença kardecista com a fé em Deus, em Jesus, em espíritos.
    Por sinal, a relação com os espíritos é a mesma que com várias outras formas de divindades e santidades, como eu disse, travestidas numa versão “new age”. Adaptada ao positivismo do século XIX, onde Kardec buscava, literalmente, seus adeptos.
    É comprometedor “acharmos” que algum texto é preconceituoso se no mesmo texto não houver provas evidentes, como mostrei acima no texto do Kardec.
    Mas as formas de argumentação, como a ironia (criada e aplicada por Sócrates), não deveria espantar as pessoas já acostumadas na prática do debate.
    Comentários como “é muito raro um espiritista fazer coisa do tipo” não podem ser levados a sério haja vista serem evasivos. Em verdade é muito raro ver qualquer espiritista fazer qualquer comentário que não seja clichetizado ou radicalizado. É comum, pela prática e vivência em mais de cinco décadas, ler kardecistas dizendo “vá estudar, você não conhece” ou coisas parecidas. Raríssimo é verem trazer qualquer conteúdo ou resposta à altura às críticas que recebem, normalmente fundamentadas naquilo que está no próprio texto da doutrina.
    Na minha prática presencio muitas coisas como um cidadão tentando provar que a expressão “tudo que é desconhecido é infinito”, que é encontrada na questão 2 de O Livro dos Espíritos.
    Ou seja, tentam inverter as regras mínimas de linguagem e formalismo linguístico em nome da fé. Praticam um malabarismo que não raro acabam em frases do tipo, “você está obsediado…..”.
    O kardecismo não é uma religião diferenciada, o texto dela sim. Mas requer também uma condição diferenciada que é a cultura específica para que possam perceber. Isto é uma questão “escolar”.
    Num país de educação pífia e voltado para a mediocridade das provas de vestibulares e concursos públicos, esperar que a população tenha refinada competência crítica é desconhecer nossa condição cultural.
    Antes que alguém possa imaginar que esta afirmação é infundada, verifiquem os resultados mundiais em relação à educação e em relação ao crescimento das religiões. Países com os piores índices de IDH são aqueles onde proliferam as mais mirabolantes crenças religiosas, com tentáculos políticos e sociais profundos. No Brasil é diferente?
    Eu até gostaria de admirar o kardecismo ou outra religião qualquer, mas olhando à nossa volta e afinando a percepção crítica, é possível ver que estamos piorando a cada dia nesta competência.
    Não é possível negar a visão de Marx, de que a religião é o ópio do povo!

  60. Milton Valdameri
    17 de setembro de 2015 às 14:00

    Irracional é alegar que não acreditar em nenhum deus (ser ateu) é mais arriscado que acreditar no deus errado (não acreditar no deus dos outros). Irracional é dizer que alguns comentários entre aspas ou entre parêntesis mostram certo sarcasmo desrespeitoso e que é muito raro um espiritista fazer coisa desse tipo.

    Primeiro porque o uso de aspas ou parêntesis não é sinal de sarcasmo. Segundo porque sarcasmo depende do conteúdo da frase e não do uso de aspas ou parêntesis. Terceiro, o sarcasmo é uma forma de argumentação válida, desde que não seja falacioso. Quarto, os espíritas usam falácias o tempo todo. Quinto, a falácia que os espíritas mais usa é a Ad Hominen, ou seja, agredir os discordantes em vez de contra argumentar.

    Para aqueles que desejarem verificar se os espíritas usam ou não o expediente de agredir os discordantes, podem consultar o que o próprio Kardec fez em O Livro dos Médiuns. Sugiro o seguinte vídeo, que analisa o livro:

  61. Cleber Lopes
    17 de setembro de 2015 às 0:56

    Alguém certa vez disse: “Ser ateu é irracional: Se ele estiver certo, ele nao ganha nada mas se tiver errado, vai perder tudo”. Faço dessas palavras aos que “combatem” ou tentam “desmistificar” toda e qualquer religião. Na minha modesta opinião, a religião ta ai pra quem quer seguir, segue quem quer, acredita quem quer. Acho bacana a iniciativa do autor em pesquisar sobre o espiritismo, mas infelizmente muitas vezes ele veste a camisa disfarçadamente do preconceito (mostrando que é mais humano de que ele tenta nao ser). Alguns comentários entre aspas ou entre parênteses mostra um certo sarcasmo desrespeitoso, uma pena msm, pois conforme ja citaram, é muito raro um espiritista fazer coisa do tipo, isso mostra que é uma “religião” diferenciada. Esse “não-contra-ataque” me faz crescer ainda mais a admiração pelo espiritismo.

  62. Herculanun(apelido)
    6 de setembro de 2015 às 12:13

    Embora eu evite entrar na questão “chiquismo”, muitas obras atribuídas ao Emmanuel e André Luiz, caso excluamos o rebuscamento literário, não sobra nada.
    Por sinal, as informações de André Luiz, supostamente “científicas”, segundo alguns pesquisadores, já existiam publicadas em livros da época e o Chico as reproduzia devido ao seu hábito de ledor contumaz.
    Abçs

  63. Milton Valdameri
    6 de setembro de 2015 às 10:34

    Verifiquei o que Chico Xavier escreveu sobre a glândula pineal, são meras bobagens, não há nada que tenha sido apoiado cientificamente. Em verdade, os espíritas deturpam aquilo que é mostrado cientificamente, dizem que a glândula pineal funciona como um relógio natural, quando tudo o que ela faz é secretar melatonina em determinadas circunstâncias, não existe um ciclo de atividade da glândula pineal que possa ser relacionado com relógio. A única comprovação científica é que os espíritas não sabem o que é uma glândula nem o que é um relógio.

  64. Herculanun(apelido)
    5 de setembro de 2015 às 11:11

    Infelizmente a expressão “é científico” tem sido utilizada como “self service” para fundamentar muitos argumentos que estão vestindo o pós modernismo religioso. Brickmont e Sokal demonstraram, na sua obre “Imposturas Intelectuais” como isto ocorre com facilidade. A versatilidade dos discursos é louvável, há até (nos EUA), institutos científicos “criacionistas” que insistem que o homem tem 4 mil anos ou que a arca de noé realmente existiu. Quem duvidar assista ao debate entre Bill Nye e Ken Ham (Youtube).
    Sobre as supostas afirmações “científicas” da pineal, seria interessante que as pessoas deixassem de se entusiasmar pela suspensão da descrença e estudassem a diferença entre o que é especulação e o que é ciência.

  65. 5 de setembro de 2015 às 2:31

    Esta página não serve para combater o espiritismo.

    Talvez para se defender de fanáticos espíritas.

  66. anonimo
    4 de setembro de 2015 às 23:25

    Olá amigo. é interessante a sua página e serve como uma ferramenta para combater o espiritismo. Sou cristão e gostaria muito que você refletisse sobre o seguinte argumento: nós não conseguimos entender Deus (por causa da diferença entre o criador e os seres criados, que é imensa) a não ser que Ele mesmo se revele, e Ele fez isto através da Bíblia. Um abraço

  67. 4 de setembro de 2015 às 20:18

    pena que você não leu direito e que tal apontamento é feito agora dentro do mundo científico é isso que você não percebeu que algo falado a muitos anos agora se confirme através da ciência, quanto a preocupação com o ensino médico e a saúde da população talvez você precise ler um pouco mais e entender algo que está tentando criticar apenas por sistema e método insistente, será que não é isso que é alienação?!

  68. Herculanun(apelido)
    4 de setembro de 2015 às 15:56

    É louvável o esforço dos kardecistas em ligar os antigos mitos do “terceiro olho” e outras tantos atavismos míticos, à glândula pineal como sede dos chamados fenômenos mediúnicos.
    É verdade que leitores desatentos ou pessoas que aderiram previamente à fé kardecista (ou outras modalidades de misticismo que adotam esta linha), se encantem à primeira vista com os argumentos que supostos “espíritos” teriam feito previsões através de Chico Xavier, desta fantástica descoberta.
    Não é estranho que com tantos problemas muito mais simples na ciência médica, a serem resolvidos e que auxiliariam milhões de pessoas, estes tais “espíritos superiores” tenham feito afirmações que não mudam uma palha na realidade da saúde da população?
    Afinal, qual é a importância disto? Qual será o aproveitamento imediato ao se admitir que a glândula pineal seja um “celular embutido” na cabeça do cidadão, perante tanta INFORMAÇÃO MEDIÚNICA INÚTIL que temos conhecimento?
    Um dos prejuízos da religião é a alienação e esta fantasia é só mais uma delas que espocam na mente fragilizada de pessoas dependentes, infelizmente.
    Eu me preocuparia mais com a situação do ensino médico, com o número absurdo de escolas de medicina de qualidade duvidosa, com o nível dos profissionais, com a precária saúde pública, etc.
    E se eu fosse um “espírito superior”, perderia mais tempo resolvendo casos como esclerose múltipla ou mal de Alzheimer.

  69. 4 de setembro de 2015 às 15:36

    Revelações de André Luiz em revista científica julho/2014

    As informações inusitadas sobre fisiologia humana, principalmente sobre a glândula pineal, e os processos sobre os quais se originam doenças, revelados pelos livros do Espírito André Luiz, psicografados por Chico Xavier, foram objeto de um artigo para uma importantíssima revista médica europeia chamada Neuroendocrinology Letters [volume 34, nº 8, 2013], de repercussão mundial. O acontecimento virou notícia na edição de número 113, do primeiro trimestre do ano, da revista Saúde e Espiritualidade, da Associação Médico-Espírita do Brasil (AME – Brasil), que publicou a matéria Mediunidade de Chico Xavier faz parte da literatura científica mundial, assinada pelo endocrinologista Jorge Cecílio Daher Júnior, atual secretário da AME-Brasil.

    André Luiz antecipou informações que foram postuladas, pesquisadas e confirmadas sessenta anos depois da publicação do livro Missionários da Luz. A publicação do artigo intitulado Historical and cultural aspects of the pineal gland: comparison between the theories provided by Spiritism in the 1940s and the current scientific evidence (Aspectos históricos e culturais da glândula pineal: uma comparação entre as teorias apresentadas pelo Espiritismo na década de 1940 e as atuais evidências científicas) representa um marco histórico, pois coroa a entrada de Chico Xavier em uma das mais respeitadas bases de dados da literatura médica mundial, o PubMed. O artigo demonstrou que a mediunidade é uma forma de obtenção não usual do conhecimento e que Francisco Cândido Xavier, através de André Luiz, trouxe colaboração inusitada à Ciência Médica – ressalta a matéria.

    Liderado pelo Dr. Giancarlo Luchetti, o estudo, que contou com o apoio do Departamento de Pesquisas da AME-Brasil, levantou as informações sobre a glândula pineal contidas nos livros de André Luiz, comparando-as com os conhecimentos da época em que as obras foram produzidas e também com os conhecimentos que a ciência obteve nos últimos anos.

    (…) em 1945, o livro Missionários da Luz trouxe vinte e uma informações a respeito da glândula pineal, em apenas dois capítulos do extenso livro. (…) A título de informação, durante toda a década de 1950, os artigos médicos sobre a glândula pineal publicados na literatura científica não somam uma centena. Na última década, ultrapassam dez mil artigos – explica o autor da matéria, ressaltando mais à frente que o artigo foi publicado em uma revista de endocrinologia, especialidade eminentemente técnica e não especulativa, e por editores que têm por linha editorial a divulgação de revisões de conhecimentos sólidos na área da Neuroendrocrinologia.

    Isso significa que a aceitação do artigo para publicação, sem exigência de revisão, pode ser entendida como a aceitação que as informações de André Luiz eram cientificamente válidas e apropriadas.

    A matéria completa pode ser lida em http://pt.calameo.com/read/000143697bd48a366b974, onde está também a íntegra, em inglês, do estudo.

  70. Renato C.
    1 de setembro de 2015 às 8:57

    Cara, insano teu blog, na moral, que conteúdo foda.

  71. 18 de agosto de 2015 às 20:25

    Sim, Fernando, havia grave erro naquele texto e já corrigi. Acho que agora deve encontrar a fonte correta.

  72. fernando
    17 de agosto de 2015 às 22:15

    Boa noite. no post sobre camille flamarion, você cita dois livro. um de camille e outro de leon denis em que ele ( camille) teria escrito que achava que a comunicação dada por ele na genese (espirito galileu) tinha sido uma comunicação anímica. procurei nos dois livros e não achei o texto apresentado. você poderia me informar em qual livro tirou esta afirmação. pode enviar email para: fernandoloteria@xxxxx.

    agradeço desde já

  73. Herculanun(apelido)
    1 de agosto de 2015 às 19:04

    Os kardecistas solicitem fontes e referências aos críticos do kardecismo, como fazem ao Milton. Isto é justo e necessário, mas não é estranho que não apliquem a mesma medida ao Kardec? Por que não exigem as provas e as fundamentações adequadas para tantas afirmações duvidosas ou sem qualquer meio de prova escritas (meramente alegadas) pelo Kardec?
    O ônus em relação a tantas afirmações duvidosas que existem na obra kardecista, é do Kardec.
    Por exemplo, onde estão as investigações de confirmação sobre as “supostas” mensagens mediúnicas “supostamente” citadas em “supostos” cinquenta cadernos, “supostamente” doados ao Kardec? Onde estão as provas?
    Abraços

  74. Fernando
    1 de agosto de 2015 às 5:37

    Meus parabens voce é um cara muito inteligente , pena nao usar para o lado que deveria
    Só te digo apenas uma coisa .
    Voce questiona tudo sobreo espiritismo ?
    Mais nao esqueça que voce é uma ser humano e tem seus limites .
    Todas essas respostas que voce tem , sao muito tempo de estudo e pesquisa correto ?
    E a fonte é da onde ?
    De livros e estudos meu amigo
    Entao comece a ocupar seu tempo com coisas boas
    abraço

  75. 14 de julho de 2015 às 20:35

    Esses documentos já existem e se chamam evangelhos.

    Explicando:

    Se Jesus fosse uma figura totalmente mítica, digamos, como um dos heróis da mitologia grega, então a narrativa de sua vida, ou pelo menos de seu pastoreio, poderia ser perfeita, imaculada, gloriosa de “cabo a rabo”.

    Só que ela está longe, longe disso.

    Para começar, há o infame martírio na cruz, um vexame para qualquer um que pretendesse ser o Messias. Os evangelistas não esconderam tal fato porque … isso era impossível por ser de notório conhecimento de seus contemporâneos. A fuga acovardada de seus discípulos também não é algo lá muito inspirador. Há uma série e elementos míticos neles? Sem dúvida, a começar pela ressurreição, tudo para criação de um contexto que permita transformar esse fracasso num sucesso retumbante.

    Mas se retirarmos os elementos potencialmente fictícios, o que sobra? A base moral da civilização ocidental: simples para iletrados entenderem e poderosa para convencer eruditos com Paulo. Os heróis mitológicos até vivem histórias edificantes, mas Jesus vinha ser o agente, não o paciente delas. De certa forma, há tantos motivos para acreditar na existência de Jesus de Nazaré quanto há para Sócrates, por exemplo.

    A questão é o que veio depois da morte de Jesus, ou melhor: Jesus já havia criado o cristianismo ou o o cristianismo criou o Cristo? Ele é Deus, o Governador do planeta e espírito mais evoluído que nele já habitou? Não sei. Esses são os Cristos da fé, da Segunda e da Terceira Revelação, respectivamente. Cada um, a sua maneira, foi feito reinterpretando-se elementos não fictícios do Jesus Histórico.

    Eles pertencem ao domínio da fé e, quanto a existência concreta deles, resta-me apenas silenciar ou entender de onde vieram.

    Já o pregador itinerante que deu muito o que falar na Judeia do século I, sim, esse me interessa muito.

    E um lembrete: cuidado para não produzir um “Jesus Histórico” muito conveniente a você. Conseguirá, apenas, o Cristo da sua fé.

  76. Luiz Roberto da Costa Guevara
    14 de julho de 2015 às 13:10

    Cyrix, prazer em conhecê-lo hoje. Gostei muito, pelas fontes em que se apoia e que me permite acessá-las através de seu estudo e inteligência. Esforço-me para ser cristão e espírita, apesar de ser humano. Gostaria que abordasse (se já não o fez) ou me indicasse documentos, textos, que comprovem ou não a existência do homem Jesus. Muito grato. Luiz RC Guevara,

  77. Larissa
    6 de julho de 2015 às 0:26

    Meu amigo, você não precisa ir ao infinito para comprovar que uma série converge no infinito. Muito do que li me disse que você deseja n afirmações corretas para validar qualquer coisa que seja, e se n forem atingidas, e n+1? Ficou claro quando você fala do caso do Dr. Stevenson (não estou me remetendo à pessoa, mas à sua proposição). Deve ser perturbador ter essa linha de raciocínio. De qualquer forma, admiro o imenso trabalho a que o portal se propõe.

  78. Herculanun(apelido)
    5 de julho de 2015 às 23:59

    Meu canal se dispõe a analisar “o texto”, sem qualquer agressão aos adeptos ou à liberdade de crença.
    Abçs

  79. Herculanun(apelido)
    5 de julho de 2015 às 18:24

    Olá Milton.
    Tenho seu livro há algum tempo e gosto muito da sua crítica. Quero convidá-lo ao meu canal no Youtube, “Espiritismo kardecista leitura crítica”.
    Abraços

  80. Yve
    27 de junho de 2015 às 23:00

    Para mim, o comentario mais sensato, foi o de Jean Renato. Boa noite.

  81. Anônimo
    2 de maio de 2015 às 1:19

    Ciryx me-desculpe, mas quando você fala de nariz empinado tenho que ser direto, não vou ser hipócrita de tentar falar bonito, mas você é quem tem o nariz mais empinado por aqui!
    Dedica-se de forma arrogante a combater uma filosofia, religião além de estudo a troco de que? De ser o dono da verdade? Não sou perfeito, tão pouco melhor de qualquer pessoa por ser espírita, mas sou o que sou, tento ser alguém melhor para mim mesmo. Vamos deixar de rodeios e falar a verdade, meu caro você deve sim ter seus motivos para o que se presta aqui, mas mostre sua cara, quem é você, se é ateu ou se tem alguma religião!

  82. Fabricio
    30 de abril de 2015 às 20:01

    muito legal a ideia do blog, só bora trabalhar o ego nér xD

  83. Luiz Fernando Biancardi de Souza
    3 de março de 2015 às 15:57

    A Bíblia não é propriedade de católicos, evangélicos, ortodoxos, espíritas, enfim, não é propriedade de ninguém. Cada um a interpreta e usa da maneira que mais lhe convém ou entende. Já que é pra falar de falhas, e a falha que a “santa igreja” fez ao queimar Joana D’arc e depois querer transformá-la em santa. Podemos falar também de Giordano Bruno, entre outros milhares. Cada um acredita no que convém, e principalmente no que tem capacidade de compreender.

  84. João Carlos
    17 de fevereiro de 2015 às 1:12

    Milton Valdameri, acredite,seu livro não me incomoda. Para escrever sobre Hitler você realmente não precisa do nazismo, mas duvido que você o consiga sem relacionados. E como escrever sobre “A farsa dos Espíritas” sem o espiritismo? Como falar de Espiritismo,Catolicismo,Protestantismo, Bíblia, Deus e etc. sem falar de crenças?
    Em momento algum mostrei discordância com o anuncio do seu livro até achei oportuno, só não achei ético, mas desculpe-me eu realmente não tenho nada a ver com isso.
    Sem entrar no mérito dos princípios básicos do Espiritismo aquela lista não é minha exigência e sim qualidades que todo ser humano pode alcançar se realmente quiser.
    Vi que você entendeu em parte o final do meu comentário anterior, mas eu também concordo em partes com o que você diz, o Espiritismo não precisa de caridade para aparecer, por outro lado pode haver algum “espírita” que queira aparecer fazendo caridade.
    Milton Valdameri, outra coisa que me chamou a atenção foi sua educação e nível na resposta no que te parabenizo e agradeço.
    Conheço a história de Kardec sim, mas não conheço o seu livro, vou comprar e ler seguindo a orientação do próprio codificador e após analisa-lo de maneira imparcial verei se merece o meu credito.
    Abraço

  85. 15 de fevereiro de 2015 às 19:40

    A quem interessar:

    http://toma-mais-uma.blogspot.com.br/2013/12/livro-farsa-dos-espiritas-por-milton.html

    Ps: os comentários estão interessantes por lá.

  86. Milton Valdameri
    15 de fevereiro de 2015 às 5:39

    Dizer que o meu livro precisa do espiritismo é o mesmo que dizer que um livro sobre Hitler precisa do nazismo. Não é necessário permissão do proprietário do blog para mencionar um livro, mesmo que o livro seja de minha autoria. Aliás, o proprietário do blog não manifestou discordância sobre eu ter mencionado meu livro. Se você se sente incomodado com o meu livro ser citado no blog, deve se dirigir diretamente ao proprietário do blog e não ao autor do livro.

    Kardec ganhou uma considerável fortuna com o espiritismo, eu dedico um tópico do livro sobre a disputa judicial que houve entre os herdeiros da Sra. Allan Kardec e os membros da Sociedade Anônima do Espiritismo, especialmente o Sr. Leymarie, sucessore de Allan Kardec.

    Eu ouvi e li críticas de espíritas às outras religiões muitas vezes, isso acontece com frequência quando o espiritismo é questionado, começam a mencionar o dízimo, a inquisição, sacrifício de animais e qualquer coisa que possa desviar o debate. Isso é chamado de Falácia do Espantalho. Eu não tenho preocupação com a crença dos outros e não me proponho a debater crença.

    Meu compromisso é com o conhecimento e não com a crença, eu apresento documentação, evidências e argumentação lógica. Eu não faço policiamento do pensamento, não fico perguntando aos outros se lutam ou não para serem pessoas melhores, como se comportam diante de dificuldades, se fazem ou deixam de fazer alguma coisa.

    Você insinuou que eu me importo com a crença dos outros, no entanto apresentou uma lista de coisas que exige dos outros e depois afirmou que fazendo aquilo faltaria acreditar na existência de Deus, na imortalidade da alma, na pluralidade das existências e dos mundos habitados, na comunicabilidade dos espíritos e na sua perfectibilidade para ser um bom espírita. Portanto é você e não eu quem diz em que os espíritas devem acreditar. Eu apenas apresento documentos, evidências e argumentação lógica.

    Se crer nas mensagens espíritas muda alguma coisa, então não crer e deixar de crer também mudam, a questão está em identificar as diferenças. Ninguém precisa de mensagens espíritas para fazer caridade, mas os espíritas precisam fazer caridade para divulgar sua crença, essa é sem dúvida a maior diferença entre crer ou não nas mensagens espíritas, mas a lista é grande e não lembro de nenhuma que seja favorável à crença espírita.

  87. João Carlos
    15 de fevereiro de 2015 às 0:02

    Milton Valdameri, percebe que o seu livro depende do espiritismo? Aliás, você deve ter pedido permissão ao proprietário do site para anuncia-lo, tenho certeza que pediu. Qual é a farsa do espiritismo? Já li todas as obras da codificação espírita e em nenhuma o Espiritismo se julga a verdade absoluta e por tudo que observo ele ajuda muito mais do que atrapalha.Existe gente que se aproveita do espiritismo? Sim. E isto ocorre em todas as religiões infelizmente,pois apesar de todas elas conterem mensagens para melhorar a humanidade sabemos que nem sempre o ser humano as compreendem ou a cumprem. Quanto aos artigos do site aconselho a todos os espíritas(como eu) a lerem, pois a pesar de o autor em dados momentos se mostrar irônico não falta com o respeito a doutrina.(E como dizia o filosofo Voltaire:Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.) E Kardec aconselhava aos espiritistas ler as opiniões contrarias a doutrina dos espíritos.Discordando de alguns comentários, o espírita precisa ser sim muito critico e maioria o é. O espírita tem muitas virtudes e muitas falhas,mas eu tenho certeza que enquanto estamos debatendo muitos deles estão ajudando alguém em alguma coisa, este é o “espírito” do espírita.O que Kardec queria com o espiritismo? O que ganhou com o espiritismo? Com certeza nada de material! Pois, não era isso que ele almejava. Participo em uma casa espírita há quatorze anos e se em algum momento eu disser que ouvi de algum confrade uma critica a outra religião eu minto. Porque tanta preocupação com a crença dos outros? Cada um acredita no que acha melhor! E daí? O que não pode é querer impor a alguém a sua crença, seja de forma mansa ou violenta! Se eu acredito, alguém não acredita e outro é nem sim nem não muito pelo contrário.
    Você luta para se melhorar como ser humano? Luta pelo seus direitos? Não desanima diante das dificuldades? Ajuda sempre que pode? Se não puder ajudar não atrapalha?Respeita a vida em todas as suas manifestações? Ganha seu dinheiro honestamente? Respeita as leis? Respeita as opiniões de outros mesmo que não concorde com elas?
    Se faz o mínimo acima só falta crer na existência de Deus, na imortalidade da alma, na pluralidade das existências, na pluralidade dos mundos habitados , na comunicabilidade dos espíritos e na sua perfectibilidade para se tornar um bom espírita. Como pode ver a luta precisa ser constante, intima e séria.
    Não crer nas mensagens espíritas não muda nada, crer pode mudar muita coisa.

  88. 8 de janeiro de 2015 às 13:20

    Se não acreditasse em nada já teria me matado, como boa parte dos suicidas. A questão é que o que acredito não interessa aqui. Os únicos que realmente se interessam por minhas crenças pessoais são os que não querem discutir os artigos em si e mandar “fogo diversionista” no que nada tem a ver com a discussão.

  89. Fernando Homem de Melo Lacerda Filho
    4 de janeiro de 2015 às 1:36

    Quem não acredita em nada não merece credito.

  90. Victor
    4 de dezembro de 2014 às 18:12

    Legal! Descobri o seu site hoje na internet.
    Espero poder segui-lo. Li muito pouco ainda, mas gosto da maneira como propõe (na Apresentação e nas Perguntas e Queixas Recorrentes) e como expõe (embora tenha lido pouquíssimo).
    De igual maneira espero poder conversar com você no futuro (próximo ou não tão próximo…). Gostaria muito de discutir algumas ideias.

  91. Milton Valdameri
    17 de novembro de 2014 às 21:12

    Existe algum espírita que “estudou” a doutrina, a história da doutrina e a biografia de Allan Kardec? Sou autor do livro A Farsa dos Espíritas, à venda nas livrarias Cultura e Saraiva, e aquilo que mostro no livro é a ponta do iceberg.

  92. Marcio
    17 de novembro de 2014 às 3:22

    Boa noite a todos que aqui debatem e se confraternizam nesta página!
    Quero saudá-los verdadeiramente do fundo do meu coração, venho a este diálogo não por ser um apaixonado, defensor ou militante do espiritismo, uma vez que a doutrina espírita não precisa de defensores, mas venho de verdade parabenizar a todos que aqui vem utilizar o nobre tempo com tão elevado propósito a busca pela verdade e a liberdade filosófica, afinal a liberdade de pensar, questionar, contradizer é filosofia ou não?
    Lembremos apenas que antes de defender ou criticar qualquer sistema seja ele científico, filosófico ou religioso devemos pelo menos ter a conciência que já o estudamos em seus mais diversos ângulos e afundo no mínimo, senão estaremos apenas sendo defensores ou críticos de coisa alguma, patéticos e infantis que por não saberem as maravilhas da engenharia se põe a criticar ou dissertar sobre uma simples edificação ou a mais complexa construção, apenas uma forma alusiva de comparar o conhecimento!
    Boa semana a todos!

  93. Rafaela
    13 de setembro de 2014 às 22:06

    Você já leu as ideias de Laércio Fonseca no Youtube? São muito coerentes e convincentes, principalmente no vídeo sobre os Exilados de Capela.

  94. YESNO
    7 de setembro de 2014 às 15:09

    Jean Renato, acho que é um apaixonado pelo espiritismo. Estou usando um eufemismo, como é possível perceber. Sou espírita e sei que isso é da própria essência de religiosos. Não quero, nem tenho competência para defender o blog. Nem ele precisa. Mas ele presta um serviço à busca da verdade escrita e dita. Os textos espíritas – sabem os que são críticos – contém mais personalismos e animismos, do que instruções dos espíritos. Além disso, espíritos não são sábios só porque estão numa outra dimensão. E tem havido, não poderá contestar, apropriações indevidas, definições pessoais e afirmações baseadas em informações de terceira a quinta mãos. Isso não diminui a essência do espiritismo, da mensagem espiritual do Cristo encarnado em Jesus.
    Não podemos, espíritas ou não, aceitar que Fulano disse A quando não disse, que tal coisa está no evento tal, quando não está, que tal acontecimento se deu de uma forma, quando as evidências apontam noutra direção. Isso é colaborar com a verdade e não atacar. Isso é até Kardec puro: “… é melhor repelir dez verdades, momentaneamente, do que admitir uma só mentira, uma única teoria falsa” segundo Erasto , espírito.
    O espiritismo assumiu uma direção clara a partir de um certo desenvolvimento do próprio Kardec: Descobrir o homem espiritual e ajudá-lo a encontrar sua essência para harmonizá-lo com Deus, a Inteligência Suprema, Causa das causas. Mas isso também é um dogma, não se esqueça.
    Abraços fraternos.

  95. Jean Renato
    6 de setembro de 2014 às 20:31

    Interessante ; Religiões A, B, C, etc gostam de atacar o Espiritismo. Alguém por aí já viu um espírita atacar alguma religião qualquer que seja? Será que alguém da raça humana é portador da verdade absoluta, incluindo o webmaster aqui? Algum site espírita ataca alguma crença? Me avise…
    Quem está acima da razão? As carcaças malcheirosas humanas ou a pureza de Deus?
    No momento do último suspiro da respiração, 1 segundo antes do coração parar, qual crença consola confortavelmente? Sabemos de tudo lá no além?
    Amigo: distribua teu curriculum vitae por aí, faça concurso público ou voluntarie-se ao menos para dar doces às crianças carequinhas de quimio. A tua vez com certeza irá chegar e… a quais palavras vc irá se abraçar para se consolar? Antes do inevitável momento? Se existe só o nada, para que serve a inteligência? A evolução humana é inútil? Ela é útil para quem? Antes do pênis encontrar a vagina, onde estava o espírito que veio a ser filho do casal? A origem dele é totalmente carnal? Se não… onde estava e o que fazia? Evolução é lógica e lógica é a capacidade de perguntar. Temos que pescar e não receber o peixe pescado. Ninguém é dono da verdade. Estamos neste mundo para aprender, meu amigo.
    Fique em paz e tenha um ótimo dia.

  96. Anônimo
    15 de agosto de 2014 às 1:53

    nbffh

  97. Anônimo
    24 de junho de 2014 às 0:45

    O teu artigo nada tem de refutavel para o espiritismo, é em nada o ajuda, . .o que foi posto foi o teu ponto de vista particular cheias de falhas como há em todos as cressas da terra ( modos de ver as coisas) somos escravos da crença acredite em que quiser e da forma como quiser sempre somos escravos de uma crença e isto inclui a ciência e o Ateísmo. ..
    Mas bom o teu artigo boa agilidade mental. .

  98. 12 de junho de 2014 às 10:21

    Gostaria que houvesse mais farsas assim.

  99. Milton Valdameri
    11 de junho de 2014 às 16:40

    É lamentável que existam pessoas que se dediquem a defender uma farsa ao invés de se preocupar em melhorar a sociedade.

  100. Anônimo
    10 de junho de 2014 às 18:34

    É interressante como procuram falhas ao invés de se preocupar com problemas maiores como a pobreza e a miséria social, as próprias críticas contribuem para a divulgação dessa doutrina maravilhosa, e mesmo os protestantes querendo ou não são acompanhados por espíritos simpáticos a si, mesmo não acreditando o que é uma pena, e esses espíritos com certeza riem se sua incredulidade e se divertem com sua vida ao seu bel prazer.

  101. 18 de abril de 2014 às 23:03

    De forma alguma. O ser humano nunca se conformou com sua própria finitude, nem eu, mas tento ser estoico com meu término. Por mais que sejam uma farsa, como você diz, eles ainda hão de querer o meu e seu bem e não nos mandarão à danação eterna (embora alguns me reservem o umbral). Ainda que esta vida acabe no pó já estou satisfeito por existirem iludidos como eles. Não quero que concorde comigo, nem com eles, mas lembro o lema deste portal: “entender, desconstruir, reconstruir”. Quando você entendê-los compreenderá porque querem tanto acreditar em engodos, como tantos outros antes deles acreditaram em diferentes coisas. Se desconstrui-los, sentirá a dor com que um pai repreende um filho, ainda que para o bem dele. E ao tentar reconstruir, vai se perguntar se está fazendo a coisa certa.

    Bem, é isso.

  102. Milton Valdameri
    18 de abril de 2014 às 22:11

    Acreditar em algo não comprovável é muito diferente de acreditar em uma farsa comprovada.

  103. 18 de abril de 2014 às 21:21

    Bem, uns acreditam que fantasmas fecundam virgens, que o Estado pode ser Deus ou que a mão invisível do mercado é divina. Seres humanos não vivem no vácuo e 99,9% acredita em alguma coisa incomprovável.

  104. Milton Valdameri
    18 de abril de 2014 às 16:28

    Cético é aquele que examina, verifica e investiga. Devemos ser céticos para não nos tornarmos vítimas de mistificações, como essa criada por Allan Kardec.

  105. Samuel Esteves
    17 de abril de 2014 às 18:00

    DIALÉTICA meus amigos! Tese, antítese, síntese e vai…!!! Sou Arquiteto e entre outros…, espírita simpatizante; devo submeter as “minhas crenças” ao crivo de críticas e idéias contrárias, para fortalece-las ou refutá-las! Não devemos ser céticos, mas também não ao fanatismo!!!Na ciência eu aprendi que somos 0,000,000,000,0001 de matéria ainda não totalmente conhecida; então não somos “p* nenhuma”, quase!!! Desculpem a expressão chula, mas só esse “quase nada” ter consciência de si mesmo já é um milagre! A quantidade de matéria que compõe o “Empire state”, no interior de algumas estrelas tem o tamanho de uma cabeça de alfinete pesando tanto quanto o tal prédio! Passarão muitos milênios e saberemos pouco da existência…, mas devemos perseverar!!! PARABÉNS AO BLOG!!! Algumas idéias espíritas são interpretações pessoais de alguns autores e não deveriam serem incorporadas como tal, mas são!!! Isso vale para Chico Xavier e outros quaisquer “papas” do espiritismo. Nem nos cientistas devemos acreditar fielmente; em minha pouca existência Já vi inúmeras idéias científicas caírem por terra! Ex: Em pouco mais de apenas dez anos, multiplicaram-se a quantidade de matéria e galáxias no universo por muitas vezes mais, que os “grandes” da astronomia achavam… e vai por mais outras….
    As perguntas são fáceis e as respostas, a vida toda…!!!

  106. Humberto
    24 de fevereiro de 2014 às 23:58

    Bastante interessante o seu site. Você é realmente muito inteligente. Mas como sou Espírita, não elogiarei por isso. Pois acredito que inteligência é algo que recebemos por Prova ou Expiação.
    Mas com certeza não deixaria de elogiar o seu esforço. Parabéns. Pois você investiu bastante tempo em um assunto que você nem gosta e que causa aparentemente um certo desconforto em você. Espero que você ainda tenha tempo e disposição para se dedicar às coisas que gosta mais que o Espiritismo.
    Fique em paz com você.

  107. Anônimo
    24 de fevereiro de 2014 às 23:55

    Bastante interessante o seu site. Você é realmente muito inteligente. Mas como sou Espírita, não elogiarei por isso. Pois acredito que inteligência é algo que recebemos por Prova ou Expiação.
    Mas com certeza não deixaria de elogiar o seu esforço. Parabéns. Pois você investiu bastante tempo em um assunto que você nem gosta e que causa aparentemente um certo desconforto em você. Espero que você ainda tenha tempo e disposição para se dedicar às coisas que gosta mais que o Espiritismo.
    Fique em paz com você.

  108. Milton Valdameri
    18 de fevereiro de 2014 às 23:52

    Sou autor do livro A Farsa dos Espíritas. O livro deverias constar nos sites da Saraiva e da Cultura desde dezembro de 2013, mas até o momento não foi cadastrado e não há qualquer explicação aceitável. O livro pode ser adquirido no site da Editora Chiado (http://www.chiadoeditora.com), clicando em livraria e depois em SENTIDO OCULTO. O livro apresenta ampla documentação, mostrando que a biografia contada pelos espíritas é mentirosa e fantasiosa. Talvez você possa utilizar algumas coisas do livro no site e também ajudar a divulgá-lo.

  109. 29 de janeiro de 2014 às 15:26

    Miguel :
    Cara, você é um gigante! Como você consegue juntar em um mesmo espaço tanta informação? E ao mesmo tempo em que analisa e debate cada dado? Estou impressionado e desde ontem que estou ‘a devorar’ cada uma das sessões.
    Você consegue concatenar em um mesmo texto escritos antigos e recentes, cruzando-os, comparando-os e apontando as contradições!
    Tenho encontrado distorções e contradições em diversos sistemas de interpretação religiosa de textos sagrados [notadamente nos textos bíblicos], considerando-os bastante ‘ingênuos’ e ‘infantis’ diante dos postulados [?] espíritas, mas diante do pouco que pude ler por aqui, percebo o quanto a doutrina espírita diante de seu aspecto cientifico tem sido [ou é] também sobejamente ‘ingênua’ e ‘infantil’.
    Tenho até que parar por aqui [já passam das 3h da madruga!] para poder raciocinar melhor e voltar outro dia em condições de realizar melhores comentários. Estou muito curioso de ver outros tópicos. Isso me fará até ‘baixar o facho’ quando for escrever ou falar de Espiritismo sob o ponto de vista científico, uma vez que pelo que pude avaliar, até mesmo Kardec parece ter se equivocado nos caminhos que seguiu no esforço de consolidar a proposta espírita. A propósito, conheces Sérgio Aleixo e a dr. Dora Incontri? Gostaria de saber suas apreciações sobre os dois.

  110. 29 de janeiro de 2014 às 6:25

    Cara, você é um gigante! Como você consegue juntar em um mesmo espaço tanta informação? E ao mesmo tempo em que analisa e debate cada dado? Estou impressionado e desde ontem que estou ‘a devorar’ cada uma das sessões.

    Você consegue concatenar em um mesmo texto, cruzando escritos antigos e recentes, comparando-os e apontando as contradições!

    Tenho encontrado distorções e contradições em diversos sistemas de interpretação religiosa de textos sagrados [notadamente nos textos bíblicos], considerando-os bastante ‘ingênuos’ e ‘infantis’ diante dos postulados [?] espíritas, mas diante do pouco que pude ler por aqui, percebo o quanto a doutrina espírita diante de seu aspecto cientifico tem sido [ou é] também sobejamente ‘ingênua’ e ‘infantil’.

    Tenho até que parar por aqui [já passam das 3h da madruga!] para poder raciocinar melhor e voltar outro dia em condições de realizar melhores comentários. Estou muito curioso de ver outros tópicos. Isso me fará até ‘baixar o facho’ quando for escrever ou falar de Espiritismo sob o ponto de vista científico, uma vez que pelo que pude avaliar, até mesmo Kardec parece ter se equivocado nos caminhos que seguiu no esforço de consolidar a proposta espírita. A propósito, conheces Sérgio Aleixo e a dr. Dora Incontri? Gostaria de saber suas apreciações sobre os dois.

  111. merit
    24 de julho de 2013 às 16:22

    sabe o que eu acho engraçado??? espíritas adoram corrigir evangélicos ou católicos quando encontram um erro de interpretação na bíblia ou tentam lê-la ao pé da letra!! mas quando alguém tenta mostrar as “falhas do espiritismo” a facção xiita reclama. é sempre assim…. todos vão tentar puxar a sardinha para sua brasa e defendê-la com unhas e dentes e muitas caretas….
    acredito que o debate aqui está na esfera das ideologias e mentalidades, na construção de conceitos e conhecimentos.
    a questão religiosa envolve fé, que é você acreditar em algo que não pode ser provado. se isso te faz bem, ótimo!! acredite no que quiser.
    mas a análise crítica de teorias religiosas só é possível por pessoas que não tem medo de levantar dúvidas e questionamento a respeito de si próprio.
    as pessoas são extremamente carentes. precisam de um apoio, uma tábua de salvação para enfrentar os medos, a desilusão e os sofrimentos da vida. a religião faz esse papel de muletas. retirar as muletas pode causar pânico.
    é por isso que muitas pessoas se agarram a religião tão fanaticamente.

    quando as pessoas se desfizerem desse apego doentio, ficará mais fácil debater filosofia, ciência, religião, os acertos e falhas de um ou de outro.

    mas até lá ainda veremos advogados ferrenhos na defesa desse ou daquele ponto de vista.

  112. Carlos
    3 de julho de 2013 às 20:48

    Obrigado Cyrix pela resposta e parabéns pelo trabalho. Abraço

  113. 3 de julho de 2013 às 13:35

    Carlos,
    Não comentei essa passagem (Lc 23:43) por ela ser um tanto problemática. No evangelho:

    Jesus respondeu-lhe: Em verdade te digo: hoje estarás comigo no paraíso.

    A questão é que os manuscritos mais antigos do Novo Testamento não possuíam pontuação ou utilizavam um sistema precário. Muitos nem sequer separavam as palavras (scripta continua). Assim, esse texto poderia muito bem ser entendido como:

    Jesus respondeu-lhe: Em verdade te digo hoje: estarás comigo no paraíso.

    A questão não envolve reencarnação diretamente, mas se alma irá quase que prontamente ao paraíso (ou inferno) ou se há um período de tempo em aberto. Um grupo que se vale muito disso são as Testemunhas de Jeová que, embora creiam numa ressurreição para os seus no fim dos tempos, não acreditam num pós-vida espiritual. Portanto, eles se aferram à segunda opção. Espíritas, por motivo diverso, também.

    Apesar de não ser impossível, a segunda leitura não deve ter sido o entendimento mais comum entre os primeiros cristãos, pelo menos se não forem refutados os argumentos que encontrei nesta apologia:
    http://www.forananswer.org/Luke/Luke23_43.htm

    Se não tiver problemas com inglês, vale a pena uma lida. De qualquer forma, TJ’s e espíritas ainda hão de fazer lhes valer o benefício da dúvida.

    Quanto ao livro, não o conheço.

  114. Carlos
    27 de junho de 2013 às 16:33

    Cyrix, você esqueceu de comentar (Ou eu que passei batido) sobre Jesus na cruz. Quando ele vira pra um dos ladrões e fala “Ainda hoje estarás comigo no paraiso”. Essa frase também é bem anti-reencarnacionista. Outra coisa, você estava falando com o Jorge sobre editoras católicas etc. Tem uma coleção de 8 livros chamados “A história da Igreja” da editora Quadrante…autor Daniel Rops. Você conhece esta obra/autor? indica?

  115. 25 de junho de 2013 às 11:45

    Primeiramente, a Christian Classics é mantida pelo Calvin College, protestante portanto. Dessa coleção uso basicamente a “Early Church Fathers”, uma compilação de traduções inglesas dos membros da patrística que já estão em domínio público. Quem não souber inglês pode ter parte desse material na Paulus, que é, ao que me conste, a única editora editora a traduzir esse tipo de obra para o português. Se acha que há o risco de lidar com traduções enviesadas, pode ir para as Patrologiae Graeca e Latina (Migne, disponíveis on line) e boa sorte.

    Desconheço editoras esotéricas/espiritualistas que tenham edições “à moda da casa” da patrística. Por outro lado, não é difícil encontrar autores espiritualistas que que tenham usado as traduções constantes na Christian Library, que estão mais à mão.

    Esse comentário foi bem capcioso, pois dá a entender que me valho de estudos “católicos” e não de fontes primárias “ofertadas por eles” (ou por protestantes).

  116. Jorge
    24 de junho de 2013 às 23:34

    Boa parte das suas referências bibliográficas são de origem católica (Como a editora Paulus e a Christian Classics….). Você está sendo imparcial?

  117. 11 de junho de 2013 às 14:30

    Não sou contra frases de efeito, mas é preciso saber um mínimo delas antes de usá-las. A frase foi tirada do Canto XXII da Ilíada, durante o embate entre Heitor (o campeão de Troia) e Aquiles (campeão dos gregos). Sabendo da desvantagem em relação a Aquiles, que era “quase” invulnerável, Heitor propõe que o vencedor do duelo devolvesse o corpo de derrotado intacto para os seus, a fim de que recebesse as devidas honras fúnebres. A resposta foi implacável:

    “ E ele feroz: “Um pacto ousas propor-me,
    Acerbíssimo Heitor! Pacto há sincero
    Entre homem e leão, lobo e cordeiro?
    Ódio nutrem recíproco e perpétuo.
    Não, tratados jamais; de um de nós ceve
    O sangue esparso ao belicoso Marte.
    O valor todo envida; ora te cumpre
    N’hasta acérrimo ser e audaz guerreiro.
    Não tens refúgio, pune-te Minerva
    Por minha destra; as agonias vingo
    Dos meus que trucidaste.” E aqui dispara:
    Furta-se Heitor; Minerva às escondidas
    Da areia arranca o pique, ao dono o entrega”

    Aquiles, como esperado, vence, para depois amarrar o corpo de Heitor a sua carruagem e o sair arrastando como um troféu. Do alto, Zeus, o maior dos deuses, que até então tinha guardado distância das intrigas entre imortais e humanos, percebe que o herói grego se excedera e faz comunicar sua vontade pela devolução do corpo. Príamo, rei de Troia e pai de Heitor, parte para o acampamento grego e, num tocante diálogo, faz com que Aquiles sinta o mal que fizera. Aquiles ordena que o corpo de Heitor seja lavado, untado em óleo e vestido antes da devolução e ainda concede doze dias de trégua para os funerais.

    Esse episódio, sem a participação direta de Zeus ou qualquer outra divindade, chegou a um público mais amplo na adaptação hollywoodiana feita em 2004 (“Troia”) e acredito que tenha sido dessa versão que o comentarista tirou a frase de efeito. Mas para o quê uma jura de combate implacável remetendo ao pior momento de Aquiles? Inspiração estranha essa. Quem vir o filme poderá constatar uma interessante passagem do diálogo entre Príamo e Aquiles:

    Aquiles: Ainda que eu deixe te deixe partir daqui, que deixe levá-lo, isso não muda nada. Você ainda será meu inimigo pela manhã.
    Príamo: Você ainda é meu inimigo esta noite. Mas até inimigos podem mostrar respeito.

    Em homenagem a essa passagem, lembro ao leitor que há outra frase minha omitida pelo comentarista: “Tudo de bom e que possamos um dia nos falar em termos mais amenos.” Ambas foram tiradas desta postagem: Uma Resposta a José Reis Chaves, a qual este comentário deveria pertencer. Dada essa disposição de GAE em ser Aquiles, pergunto-me quem fará o papel de Zeus ou Príamo?

    Minhas lembranças a você, Thiago.

  118. GAE
    9 de junho de 2013 às 18:09

    cyrix escreveu: “Pois então abordem todo o portal em uma obra ampla ou parceladamente, o que pode ser feito até via internet.”… e respondemos: “Não há pactos entre leões e homens”…

  119. Ben-Thoth
    25 de abril de 2013 às 0:45

    Como muitos aqui, cheguei a este portal por acaso. Veio bem a calhar na fase atual em que me encontro, devorando livros espiritualistas e buscando retirar algo consistente que me auxilie na compreensão da vida. Até pouco tempo atrás eu também me apresentava como um agnóstico, embora considerasse surpreendente algumas “evidências” a favor da existência de uma “vida espiritual”. A opinião que tenho sobre a atual situação do espiritismo é de que o desejo pela popularização superou a fidelidade aos princípios inicialmente formulados por Kardec, fato comum observado na formação de várias religiões. Imagino que seja difícil resistir ao poder de influenciar as massas que formam a base na qual ergue-se um edifício rico e próspero o suficiente para abrigar os egos que intitulam-se fieis representantes e seguidores de Allan Kardec. Ainda bem que hoje em dia encontramos muitos espíritas/espiritualistas insatisfeitos com esta situação. Para estes, os sinceros, acho que este portal será um Farol no meio do nevoeiro e prestará um grande serviço a fim de superar os erros do passado e construir um espiritismo coerente com os princípios de seu fundador. Afinal, “a fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da Humanidade.” Agora posso continuar seguindo meu caminho solitário de espiritualista universalista, sem apego a nenhuma religião. Aliás, não tão solitário. OBRIGADO !

  120. 25 de abril de 2013 às 0:03

    Cara Larissa,

    Não posso abrir uma frente muito ampla englobando tudo que é religião porque perderia o foco e não teria muito o que falar. O espiritismo foi parte minha infância, adolescência e começo da maturidade. Assim, ainda que o tenha rejeitado, minha identidade é e sempre será espírita. Não posso “purgar meus demônios” com credos que nada significaram para mim.

    Hum… acho que soltei alguns segredos…

    [ ]’s

    Cyrix

  121. 17 de abril de 2013 às 17:02

    “Falhas no espiritismo” é um título que chama a atenção. Dos simpatizantes do espiritismo e dos ávidos por encontrar ferramentas para combatê-lo.

    Como espírita e estudioso da Doutrina, encontro motivação em ler um autor, pela sua competência, a coerência e a honestidade. Do primeiro atributo nem sempre somos “competentes” para essa avaliação, do segundo nem sempre somos, nós mesmos, coerentes. Resta por fim a honestidade de atitudes e propósitos. E até que me decepcione, V.Sa. remeterá, pelo menos a mim, a uma reflexão mais amadurecida não só sobre aspectos do espiritismo em essência, mas sobre como e ele se dissemina. Isso inclui a forma, a coloração ideológica, seus agentes e seus resultados. Sou espírita mas não estou acorrentado a ele.

    Muito bom

  122. Larissa Pecis
    7 de abril de 2013 às 7:22

    Eu diria mesmo que caí nesse site por acaso, se acreditasse no acaso.
    Cyrix, apesar do palavreado empoado com toques de zombaria, acho realmente interessante o serviço que se presta a fazer. Claro, se houver esforço para o fazer da forma que se propõe. Como é notório que você não será nunca imparcial pois isso iria de encontro ao que, parece-me, você acredita (e diz não acreditar). Se fosse um homem tão comprometido com a verdade, teria um falhasX para cada dia do ano, pois todas as doutrinas e religiões são falhas porque o homem é falho, logo, cobrar seu compromisso e imparcialidade seria cinismo meu. Ainda sim, não posso desmerecer fatos, caso você apresente algum, e parece que irá buscá-los. De qualquer forma, espero que sua negativa sirva mais à humanidade do que ao seu ego. E apesar de soar dura essa frase, é o que espero. Também me dedico à ciência e como já percebi que a termodinâmica é uma preocupação sua, acharia interessante a quantificação e explanação exata das propriedades entrópicas da matéria que não permitem diferentes constituições desta. A negativa por si só, sem respaldo, é em geral fruto de mentes menores e acomodadas.

    Continue seu trabalho.
    Abraços,
    Larissa Pecis

  123. Ronaldo
    4 de abril de 2013 às 20:11

    Sou espírita, respeito muito o colega que teve esse árduo trabalho e ,por sinal, muito bom.
    Também sou curioso como o colega, mas ele só é com o espiritismo, eu sou curioso em relação as religiões e o universo. Sou fã do Severino e também gosto muito desse site.
    As suas críticas tem como alvo o espiritismo, mas resvalam seriamente sobre o cristianismo das igrejas, se assim podemos dizer.
    Continue esse trabalho democrático, mas acho que não abalará os pilares da doutrina.
    Para finalizar, se você se diz agnostico, pq não faz um trabalho mais amplo. Todos os seguimentos religiosos têm falhas.
    Também sou crítico em relação a minha própria religião( algumas casas espiritas), há coisas desnecessárias e que não encontram respaldo na doutrina e no bom senso.
    Não se esqueça: ” Caridade é amor”

  124. Carlos APODman
    28 de fevereiro de 2013 às 20:00

    Simplesmente fabuloso seu blog Cyrix !! Vou começar a divulga-lo ostensaivamente.

  125. 20 de fevereiro de 2013 às 16:22

    Olá companheiro. Como espírita e pesquisador, me admira muito alguém que nem ao menos acredita em espíritos dedicar tanto tempo e tanto trabalho em pesquisas e artigos sobre o assunto. Apesar de discordar, em vários pontos, das ideias e opiniões expostas em seus artigos, reconheço seu esforço. Bom, das duas uma, ou você está certo ou não. A resposta, só o tempo a trará… Saudações fraternais.

  126. 10 de fevereiro de 2013 às 12:28

    Parabéns por essa iniciativa.
    Esse titulo me atraiu bastante espero não me decepcionar. Espero que após essa leitura me torne um Espirita bem melhor do que hoje. Irei ler e entender o conteúdo e aos poucos talvez comente algo mais quando houver necessidade.
    Desde já obrigado pela oportunidade de reflexão.

    Muita Paz

    Brotas – Salvador – Bahia

  127. 17 de janeiro de 2013 às 17:47

    Anthony Mattos :

    Os caminhos de Deus são misteriosos… Boa continuação, que a sua cruzada anti-espírita seja tão bem sucedida com a do padre Quevedo é que eu desejo.

    Mau começo…

  128. Anthony Mattos
    17 de janeiro de 2013 às 17:20

    Notável esforço num site anti-espírita, muito bem! O que conseguir encontrar de errado na Doutrina Espírita é um serviço que nos presta, para nos ajudar a corrigir. O que for pura manipulação palavrosa, mais tarde ou mais cedo cairá de podre, o que é outro serviço assinalável. Enquanto uns servem o próximo, gratuitamente, nos seus tempos livres, outros dedicam-se (aparentemente) de forma profissional a caçar contradições, verdadeiras ou falsas. Os caminhos de Deus são misteriosos… Boa continuação, que a sua cruzada anti-espírita seja tão bem sucedida com a do padre Quevedo é que eu desejo. Gostava de ter a possibilidade de rebater sofismas desde já visíveis a olho nu, mas como trabalho (como todos os espíritas), opto por dedicar os meus tempos livres a tentar fazer o bem, em vez de o desperdiçar em contendas verbais estéreis.

  129. luiz
    24 de outubro de 2012 às 15:26

    Cai nesta pagina pelo acaso. Como espirita não cabe a mim julgar se o que esta fazendo é certo ou errado. Deves ter uma razão pra isso e desejo do fundo do coração que encontre as respostas nas suas buscas nas “falhas espiritas”. O fato é que essa pagina pode ajudar aos espiritas serios e comprometidos a compreenderem ainda mais sobre o assunto, visto que nosso livre arbitrio nos deixa livres para ouvirmos as diferentes visoes sobre o assunto.

  130. 17 de julho de 2012 às 11:00

    Nunca vi tanto preconceito num comentário só, típico de gente que confunde erudição com sabedoria. Talvez o faxineiro latino (por que não um negro ou um branco pobre?) tenha muito da última e pouco da primeira e o oposto se dê com os cientistas… Como aparece tanta gente de nariz empinado aqui…

  131. Anônimo
    16 de julho de 2012 às 19:31

    “Reconhece-se uma árvore por seus frutos”

    Só posso crer, meu amigo, que você é o faxineiro latino do setor a que se refere da NASA, frente as suas limitações intelectuais, contúdo, se o que acredita o faz um ser melhor, mais caridoso, que ama, perdoa e faz o bem para os seus semelhantes, que importância tem as teorias ?
    Que são alguns anos de vida material frente ao infinito ? Logo, em breves anos, verás com tua própria alma o que teu cérebro limitado não decodifica.

    Muita Paz !
    M.

  132. nosrednav
    3 de maio de 2012 às 19:49

    Boa tarde!
    Desculpe-me a pergunta, mas qual a sua religião, autor?

    Outra coisa. Gostaria de convidar não só o autor deste site, mas também todos os visitantes a darem uma visitada no site apologiaespirita.org e paulosnetos.net.

    Muitas das questões aqui levantadas já estão citadas e explanadas nesses dois sites.

    Obs: Será que vale realmente a pena desperdiçar tanta energia e esforço para se tentar “desmascarar” o espiritismo? Se sim, qual o mal que o espiritismo faz a quem quer que seja? Pois pelo o que eu entendo, a doutrina espírita propõe a caridade e o amor ao próximo. Isto é tão ruim assim ao ponto de ter que se criar um site para se tentar falseá-lo? Desde o séc. XIV estão tentando fazer isso… mas engraçado que ninguém até hoje conseguiu. Por que será? …

    Fique em paz.

  133. 21 de março de 2012 às 14:15

    Mais do que “interessante” é bastante necessária a proposta deste portal, porque os espirítas, invariavelmente, não têm auto-crítica, e isso os tornam, pior que fanáticos,sectários. Neste ponto, são como a generalidade dos marxistas.
    Suponho que isto ocorre pelo teor teológio, religioso e exclusivita que a filosofia espiritualista de Kardec ganhou no Brasil, o que é uma lástima, já que parece impossível
    que uma ou qualquer religião seja auto-crítica. A filosofia e a ciência têm mais chance.
    Estranho, no entanto, o fato do Portal não conter assinatura de ninguem, autoria.
    Muito interessante e viva a análise do caso de Noel Langley.
    Aproveitou para solicitar colaboração de sentido crítico. Estou fazendo um estudo
    de Brasil Coração do Mundo, Pátria do Evangelho, que implica a abordagem grave da história e da política no território das revelações espíritas. O livro é um torpedo e ao mesmo tempo, como já teve alguém a coragem de declarar na rede, um livro “esdrúxulo”, especialmente pela linguagem melosa e demogógica do redator Humberto de Campos.
    Digo redator porque a autoria do livro, a linha mestra da revelação, vem do conselho espiritual que tutela o Brasil como comunidade espiritual, liderada pelo espírito a que foi dado o nome de Ismael, sem absolutamente nenhuma informação de quem se trata, tanto quanto Helil.
    Aguardo com boa espectativa qualquer coloboração.
    Faço, no entanto, por último, uma advertência ao Portal: é preciso muito sinceridade,
    interna e pública, para assumir a postura crítica a que o Portal se propõe.
    O tipo de sinceridade a que me refiro, eu somente vi vivamente em um autor francês,
    aliás, contemporâneo de Kardec: Alexis de Tocqueville.
    um grande abraço.
    Joaquim Porã. Montes Claros. Norte de Minas.

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