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Patrística: Comentários Finais

24 de novembro de 2011 Deixe um comentário Go to comments
O fato de os primeiros teólogos terem agido com tanta veemência na rejeição da “transmigração” pode ser tomado como sinal de que algum grupo ou seita um dia a aceitou. De fato, seitas gnósticas a aceitavam (ainda que para elas fosse algo ruim) e a cultura grega em que os primeiros cristãos estavam imersos a admitia. Contudo, a maior parte da alegações dos que defendem que ela era moeda corrente entre os primeiros devotos passa pela tese de que a reencarnação era professada pela massa que viria a ser a ortodoxia. Ou ao menos uma doutrina secreta reconhecia pelas autoridades mais altas. Não é o que aparenta pelos depoimentos acima. Outro mito que se arraigou foi de que a reencarnação foi retirada dos ensinos religiosos em dois tempos: No Concílio de Niceia, em 325, – o que é falso, pois vários dos exemplos acima são anteriores – e em 553 no Concílio de Constantinopla. Este merece uma elucidação especial.

Quem quiser uma fonte de consulta, pode procurar em

Early Church Fathers

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